- A BYD atingiu 125 carregadores rápidos em operação pública no Brasil, consolidando a maior rede do tipo no país, com pontos em concessionárias das cinco regiões e em estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Bahia, além do Distrito Federal.
- Os equipamentos são do tipo DC, com potência entre 60 kW e 120 kW, integrados ao aplicativo BYD Recharge para localizar estações, acompanhar o status da recarga e gerenciar o uso.
- Em média, cada sessão entrega cerca de 20 kWh em 30 minutos, com custo médio de R$ 2,38 por kWh e tíquete próximo de R$ 49; a rede também atende veículos de outras marcas.
- Novos pontos foram instalados em Duque de Caxias (RJ), Altamira (PA), Cacoal (RO), Pelotas (RS) e no Triângulo Mineiro, ampliando a presença em regiões diferentes.
- A BYD planeja chegar a 225 carregadores rápidos até o fim de 2026 e, ainda neste ano, iniciar recarga ultrarrápida em Brasília, com até 1.000 carregadores ultrarrápidos no Brasil até 2027, incluindo soluções com armazenamento de energia para reduzir impactos na rede.
A BYD atingiu 125 carregadores rápidos em operação pública no Brasil, consolidando a maior rede de recarga do país. Os pontos são DC, com 60 kW a 120 kW, integrados ao app BYD Recharge para localizar, monitorar e gerenciar as recargas.
A rede já atua em concessionárias de cinco regiões e em estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Bahia. Além disso, Duque de Caxias (RJ) e outras cidades passaram a receber novos pontos.
Os carregadores atendem também veículos de outras marcas e operam com sessões de cerca de 20 kWh em 30 minutos. O custo médio fica em torno de R$ 2,38 por kWh, com ticket médio de aproximadamente R$ 49.
Expansão da rede
A BYD projeta chegar a 225 carregadores rápidos até o fim de 2026 e planeja iniciar tecnologia de recarga ultrarrápida no Brasil ainda este ano, iniciando por Brasília. A solução ultrarrápida pode levar 10% a 70% da bateria em cerca de cinco minutos.
Globalmente, a empresa mira até 1.000 carregadores ultrarrápidos no Brasil até 2027, com sistemas de armazenamento de energia integrados para reduzir impactos na rede e ampliar a viabilidade regional.
Desde março de 2024, a rede pública da BYD já forneceu mais de 7 mil MWh, evitando a emissão de cerca de 8,1 mil toneladas de CO2, segundo a empresa.
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