- O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) se reúne nesta terça-feira, 24, em Brasília, para discutir o aumento do limite de renda do programa Minha Casa Minha Vida.
- A proposta prevê ajustes nas quatro faixas existentes do programa.
- O teto da renda familiar bruta máxima pode subir para R$ 13 mil por mês.
- Atualmente, as três primeiras faixas oferecem subsídios e juros reduzidos para facilitar o acesso à moradia.
- A quarta faixa é destinada à classe média, sem subsídio direto, mas com juros menores e teto maior para imóveis financiados.
O Conselho Curador do FGTS realiza nesta terça-feira (24) em Brasília a discussão sobre elevar o limite de renda das famílias atendidas pelo programa Minha Casa Minha Vida. A reunião visa avaliar mudanças nas faixas de elegibilidade, com a possibilidade de impor um teto de renda bruta de até R$ 13 mil mensais.
Atualmente, o programa tem quatro faixas com diferentes condições de acesso. As três primeiras oferecem subsídios e juros reduzidos para facilitar a compra da casa. A quarta faixa atende à classe média com juros menores, mas sem subsídio direto e com teto de financiamento mais alto.
Proposta de reajuste
A proposta em análise prevê ajustes proporcionais nas quatro faixas. A ideia é ampliar o grupo de beneficiários, mantendo regras de avaliação de renda e capacidade de pagamento, sem comprometer o equilíbrio financeiro do programa.
Segundo fontes envolvidas, a decisão final depende de avaliação de impacto orçamentário e da necessidade de equilíbrio entre acesso à moradia e sustentabilidade fiscal. A expectativa é de que o Conselho informe o caminho a seguir após a reunião.
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