Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Déficit primário sobe para 59,8 bilhões com precatórios

Déficit primário de 2026 sobe para 59,8 bilhões, impactado por precatórios e gastos fora do arcabouço, com dívida em 78,4% do PIB

Ao somar os precatórios e as despesas fora do arcabouço fiscal, a previsão de gastos excluídos da meta de resultado primário está em R$ 59,8 bilhões
0:00
Carregando...
0:00
  • O déficit primário para 2026 foi revisado para R$ 59,8 bilhões, acima dos R$ 55,4 bilhões apontados anteriormente, impulsionado por precatórios e despesas fora do arcabouço fiscal.
  • O aumento decorre do crescimento das despesas obrigatórias e do volume de precatórios esperados para pagamento em 2026.
  • A previsão de gastos com precatórios e despesas fora do arcabouço atingiu R$ 59,8 bilhões, alta de R$ 4,4 bilhões em relação ao peso anterior.
  • O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, afirmou que o cenário econômico e decisões judiciais influenciam o déficit, e que o governo busca reduzir o impacto das despesas obrigatórias.
  • Mesmo com o déficit maior, a dívida bruta do setor público consolidado deve chegar a 78,4% do PIB em 2026, com trajetória de estabilização, segundo o Banco Central. O BC também destacou expectativa de inflação mais baixa em 2026.

O cenário fiscal do Brasil ficou mais desafiador. O Banco Central informou que a previsão de déficit primário para 2026 subiu para 59,8 bilhões de reais. O aumento decorre do repasse maior de precatórios e de despesas fora do arcabouço fiscal.

A elevação ocorre principalmente pela ampliação de gastos obrigatórios e pelo peso dos precatórios, dívidas devidas pelo governo a pessoas físicas ou jurídicas resultantes de decisões judiciais. O valor estendido representa um incremento de 4,4 bilhões em relação ao cálculo anterior.

Bruno Funchal, secretário do Tesouro Nacional, disse que o crescimento do déficit reflete o cenário econômico e decisões judiciais que afetam as contas públicas. O governo tem buscado conter despesas obrigatórias e reduzir o impacto dos precatórios.

Mesmo com o aumento do déficit, a dívida bruta do setor público consolidado deve chegar a 78,4% do PIB em 2026, ante 78,2% previamente estimado. A trajetória é de estabilização, mas em patamar elevado, segundo o relatório.

O Banco Central reforçou a necessidade de controle fiscal para manter a estabilidade econômica e a sustentabilidade da dívida. A instituição ainda sinalizou expectativa de inflação mais baixa em 2026, o que pode influenciar o cenário macro.

O relatório completo está disponível no site do Banco Central e deve ser atualizado trimestralmente, refletindo mudanças nas projeções econômicas e fiscais do país.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais