- Leonid Radvinsky, dono do OnlyFans, morreu após uma longa batalha contra o câncer; o anúncio foi feito pela própria empresa na manhã de terça-feira (23).
- A Forbes estimou um patrimônio de US$ 4,7 bilhões, colocando-o na posição 869 entre as pessoas mais ricas do mundo.
- Em 2025, a empresa pagou cerca de US$ 1,8 bilhão em dividendos aos acionistas; a receita de US$ 1,4 bilhão veio de assinantes que resultaram em US$ 7,2 bilhões.
- Em agosto de 2025, a Forbes informou que o OnlyFans era alvo de negociação para venda por US$ 8 bilhões, sem acordo oficial até a morte.
- A Reuters informou, em janeiro, que o OnlyFans negociava venda de participação majoritária para a Architect Capital, em negócio avaliado em cerca de US$ 5,5 bilhões, incluindo dívidas.
Leonid Radvinsky, proprietário do OnlyFans, faleceu na manhã desta terça-feira 23, segundo comunicado divulgado pela empresa. A nota informou que ele morreu após uma longa batalha contra o câncer, em paz.
De acordo com a Forbes, o patrimônio estimado de Radvinsky é de US$ 4,7 bilhões, situando-o entre as 900 pessoas mais ricas do mundo. O montante o colocaria na posição 869.
Em 2025, a empresa informou pagamento de cerca de US$ 1,8 bilhão em dividendos aos acionistas, parte do lucro de 2024. A receita de 2025 foi de US$ 1,4 bilhão, vindos de assinantes que boa parte já somam US$ 7,2 bilhões.
Fortuna e posição no grupo
Em agosto de 2025, a Forbes mencionou que o empresário negociava a venda do OnlyFans por US$ 8 bilhões, sem confirmação de acordo até a morte. A Reuters havia reportado negociações com uma participação majoritária.
A Reuters também informou, em janeiro, que o OnlyFans avaliava uma venda de participação majoritária para a Architect Capital, em operação que avaliaria a empresa em cerca de US$ 5,5 bilhões, incluindo dívidas.
Trajetória e transformação da plataforma
A empresa foi criada em 2016 pelo britânico Tim Stokely. Em 2018, Radvinsky assumiu a controladora Fenix International Limited, tornando-se diretor e acionista majoritário. O OnlyFans passou a depender do grupo controlado por ele.
Inicialmente, a ideia era oferecer conteúdos além de entretenimento adulto, com assinaturas mensais. A pandemia elevou a plataforma a uma fonte de renda para criadores de conteúdo adulto.
Em 2021, o OnlyFans anunciou a proibição de conteúdos sexualmente explícitos para pressionar pagamentos. A medida gerou críticas, e a empresa recuou, mantendo apenas restrições moderadas. Hoje, soma cerca de 150 milhões de usuários e mais de 5 milhões de criadores.
Com informações da Forbes, Reuters e CNN Brasil, atualizações sobre o caso seguirão conforme fontes oficiais.
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