- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que o presidente Lula assinou uma medida provisória para impulsionar pequenas empresas exportadoras, destinando R$ 15 bilhões em financiamento.
- A ideia é reutilizar sobras do programa Brasil Soberano, criado para apoiar empresas diante do tarifaço dos Estados Unidos.
- Segundo Durigan, a medida permitirá alavancar mais de dez vezes no curto prazo, facilitando o acesso ao financiamento para exportação antes de fecharem contratos no exterior.
- Discursões sobre a medida ocorreram entre ministérios e o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que opera as linhas do Brasil Soberano; houve menção de sobra de R$ 6 bilhões.
- O ministro afirmou que a MP vai apoiar micro e pequenas empresas, ampliando o acesso a financiamento para exportação em mais de 500 mercados abertos pelo governo; Lula, Durigan e o vice-presidente Geraldo Alckmin já se reuniram sobre o tema.
O ministro da Fazenda, Dário Durigan, informou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória para apoiar pequenas empresas exportadoras. A iniciativa destina R$ 15 bilhões a financiamentos voltados à exportação.
Segundo Durigan, a medida reutiliza sobras do programa Brasil Soberano, criado para mitigar impactos do tarifazo promovido pelos Estados Unidos. O objetivo é ampliar as possibilidades de crédito para pequenos negócios.
A operação envolve o BNDES, que encerra as linhas de crédito do Brasil Soberano. Aloizio Mercadante, ex-presidente do banco, indicou anteriormente a existência de cerca de R$ 6 bilhões remanescentes.
Durigan destacou que a medida permitirá alavancagem significativa no curto prazo, facilitando o acesso ao financiamento mesmo antes de firmarem contratos externos. Lula, Durigan e o vice-presidente Geraldo Alckmin reuniram-se pela manhã.
O ministro ressaltou que o foco é fortalecer a presença internacional de micro e pequenas empresas, ampliando o acesso a mais de 500 mercados abertos pelo governo. A iniciativa foi discutida em reunião entre Lula, Alckmin e Durigan.
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