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Minha Casa, Minha Vida: faixas de financiamento e valores máximos de imóveis

FGTS amplia faixas do Minha Casa, Minha Vida para renda de até R$ 7.000 e eleva teto de imóveis para R$ 190 mil nas regiões metropolitanas, R$ 150 mil nas demais

Relançado no atual governo, o Minha Casa, Minha Vida é uma das principais apostas da gestão do presidente Lula
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  • O Conselho Curador do FGTS aprovou o aumento do limite de renda de todas as faixas do programa Minha Casa, Minha Vida, para atender famílias com renda de até R$ 7.000,00 mensais.
  • Também foi aprovado o incremento dos valores máximos de imóveis financiados pelo programa: R$ 190 mil nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba; R$ 150 mil nas demais regiões.
  • As mudanças já estão em vigor para contratos assinados a partir de 24 de março, conforme divulgação do Ministério do Desenvolvimento Regional.
  • A iniciativa deve beneficiar cerca de 1,5 milhão de famílias em todo o país e estimular a construção de novas unidades e empregos no setor da construção civil.

O Conselho Curador do FGTS aprovou o aumento do limite de renda para todas as faixas do programa Minha Casa, Minha Vida. A decisão foi tomada nesta terça-feira (24/3) durante a reunião do órgão. Além disso, houve alteração nos valores máximos de imóveis financiados pelo programa.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional, a medida amplia o acesso à moradia para famílias de baixa renda e pode estimular o mercado imobiliário e a economia. As novas faixas de financiamento passam a atender quem ganha até R$ 7.000,00 mensais.

A iniciativa, que foi relançada no governo atual, busca reduzir o déficit habitacional. A estimativa é que cerca de 1,5 milhão de famílias em todo o país sejam beneficiadas.

O FGTS também reajustou os valores máximos de imóveis financiados. Agora, é possível financiar imóveis de até R$ 190 mil nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba. Nas demais regiões, o teto é de R$ 150 mil.

Essa mudança visa ampliar o crédito imobiliário e estimular a construção em regiões com maior potencial econômico. A perspectiva é que as novas regras gerem empregos no setor de construção civil.

As novas condições já estão vigentes para contratos assinados a partir desta terça-feira (24/3). O Ministério do Desenvolvimento Regional reforça que o objetivo é facilitar a aquisição da casa própria e fortalecer o setor habitacional no curto prazo.

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