- Em trinta e nove países europeus, a pensão estatal como parte do custo de vida (sem aluguel) varia de 22% a 225%; em 20 países as pensões não cobrem esse custo.
- Luxemburgo apresenta a maior relação: pensão média de € 28.790 frente a um custo de vida de € 12.791, resultando em excedente de € 15.989.
- Países com cobertura acima de cento e cinquenta por cento incluem Itália (210%), Finlândia (208%), Espanha (199%) e Dinamarca (189%), com outros entre 150% e 180% como Islândia (179%), Noruega (178%), Alemanha (176%), Bélgica (170%), Áustria (165%), França (160%), Países Baixos (159%) e Suécia (158%).
- Cobertura entre cem e cento e cinquenta por cento aparece em Suíça (131%), Irlanda (126%), Reino Unido (120%), Polônia (112%), República Tcheca (108%) e Grécia (103%).
- Cobertura baixa ocorre em países como Geórgia (22%), Albânia (29%), Ucrânia (29%) e Moldávia (42%), com outros exemplos abaixo de sessenta e cinco por cento.
Acesso a dados mostra que a pensão estatal nem sempre cobre o custo de vida na Europa. Em 39 países do continente, excluindo aluguel, a pensão representa entre 22% e 225% dos gastos com vida de uma pessoa sozinha, até outubro de 2025. A análise foi conduzida pela Moorepay, com base em números de Numbeo para o custo de vida.
Entre os países, Luxemburgo apresenta o maior peso da pensão sobre o custo de vida, chegando a 225% em relação a uma pessoa sozinha. Já na Geórgia, o aproveitamento fica em 22%. A metodologia utiliza a pensão média publicada localmente e o custo de vida nacional, com variações possíveis de cidade para cidade.
Em várias nações, as pensões superam o custo de vida em mais de 100%, incluindo Itália (210%), Finlândia (208%), Espanha (199%), Dinamarca (189%) e outros grandes sistemas de seguridade social europeus. Em contrapartida, 20 países ficam abaixo de 65% do custeio, com casos muito baixos como Albânia (29%), Ucrânia (29%) e Moldávia (42%).
Grande assimetria regional
Regiões da Europa exibem padrões distintos. Norte e Oeste, incluindo países nórdicos, tendem a ter pensões que cobrem o básico ou o excedem. Já Leste Europeu e Bálcãs exibem cobertura mais modesta, com vários países abaixo de 65% do custo de vida.
Dados adicionais indicam que, em média, dois terços da renda de pessoas com 65 anos ou mais vêm de transferências públicas. Pensão de iniciativa pública desempenha papel central, com participação expressiva de planos ocupacionais privados em alguns países.
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