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Pescadores beneficiados pelo Seguro-Defeso recebem 6º lote nesta terça

Pagamento do sexto lote do seguro-defeso será feito nesta terça pelo Ministério do Trabalho e Emprego, beneficiando 110.904 pescadores com R$ 179,7 milhões

Magé (RJ), 16/10/2024 - Pesca artesanal da tainha na praia do Sossego, na Baía de Guanabara. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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  • O sexto lote do seguro-defeso será pago nesta terça-feira (24) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, beneficiando 110.904 pescadores cadastrados.
  • O valor total é de R$ 179,7 milhões, com uma parcela fixa de R$ 1.621 por pescador durante o defeso.
  • Os pagamentos alcançam os estados Bahia, Maranhão, Piauí, Pará e Amazonas; têm direito quem depende da pesca como única fonte de renda, não recebe benefício previdenciário contínuo e reside nos municípios do defeso.
  • É necessário comprovar a atividade por meio do Relatório do Exercício da Atividade Pesqueira (REAP), ter registro de pesca regular e inscrição no Cadastro Único (CadÚnico); as exigências foram atualizadas em novembro para reduzir fraudes.
  • Até o momento, o Ministério do Trabalho e Emprego destinou R$ 616,3 milhões; entre 1º de novembro de 2025 e 14 de março de 2026 foram recebidos 1.198.473 requerimentos, com Pará, Maranhão, Amazonas, Bahia e Piauí entre os estados com mais pedidos.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) será responsável pelo pagamento, nesta terça-feira (24), do sexto lote do seguro-defeso. Serão destinados R$ 179,7 milhões a 110.904 pescadores cadastrados e que atendem aos novos requisitos do programa. O benefício funciona como renda fixa durante o defeso.

O valor mensal é de R$ 1.621 para cada beneficiário, durante o período de paralisação da pesca, que ocorre para a reprodução de cada espécie e pode durar até cinco meses. O seguro-defeso é voltado a pescadores que têm a atividade como única fonte de renda.

Requisitos e gestão do benefício

O seguro-defeso é aplicado nos estados da Bahia, Maranhão, Piauí, Pará e Amazonas. A elegibilidade inclui atividade pesqueira comprovada, REAP atualizado, registro de pesca regular e inscrição no CadÚnico.

As regras foram alteradas em novembro para reduzir fraudes e pagamentos indevidos e a gestão deixou de ficar sob o INSS. O ministro Luiz Marinho destacou o esforço do MTE em assegurar o direito de quem vive da pesca.

Dados e panorama do programa

Até agora, o MTE já destinou R$ 616,3 milhões para o benefício. Entre 1º de novembro de 2025 e 14 de março de 2026, foram registradas 1.198.473 solicitações. Pará, Maranhão, Amazonas, Bahia e Piauí concentram o maior número de pedidos.

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