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Tether diz que será auditada por uma Big Four, sem revelar qual

Tether fecha acordo com uma Big Four para auditoria completa, mas não revela qual empresa fará o serviço.

Paolo Ardoino, CEO da Tether, dona da stablecoin USDT
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  • A Tether informou que fará a primeira auditoria completa e independente de suas demonstrações financeiras por meio de uma das Big Four, mas não revelou qual firma será utilizada.
  • A empresa afirma deter cerca de US$ 192 bilhões em ativos de reserva para lastrear o USDT, com a maior parte em títulos do Tesouro dos Estados Unidos.
  • Até agora, as auditorias eram feitas por uma firma italiana que emitiu atestações sem exame direto das contas da Tether.
  • A Tether assinou acordo com uma Big Four para concluir a auditoria, mas não informou o nome da parceira.
  • A lei GENIUS, sancionada por Donald Trump, exige auditorias rigorosas de stablecoins emitidas por estrangeiros; Ardoino disse que a Tether pretende cumprir a norma.

A Tether, maior emissora de stablecoins do mundo, anunciou na terça-feira que pretende realizar a primeira auditoria independente de suas reservas. A empresa não revelou qual firma da Big Four será responsável pelo trabalho.

A companhia afirma manter cerca de US$ 192 bilhões em ativos de lastro para o USDT, a maioria em títulos do Tesouro dos EUA. A meta é confirmar a precisão das reservas por meio de uma auditoria completa, independente e realizada por uma Big Four.

Historicamente, a Tether não submeteu suas contas a auditorias das quatro maiores firmas de contabilidade. Em vez disso, utilizou atestações revisadas por uma firma italiana que não examinou diretamente as contas e participações.

Auditoria em parceria com uma Big Four

Nesta semana, a Tether assinou um acordo com uma das Big Four para concluir a auditoria. A empresa não divulgou qual firma foi escolhida, e não houve confirmação pública sobre o cronograma do processo.

O CEO Paolo Ardoino já havia dito ao Decrypt que pretendia submeter a Tether a auditoria de uma Big Four, destacando que o tamanho da operação dificulta o processo, sem indicar datas definidas.

A Lei GENIUS, sancionada no ano anterior, exige auditorias rigorosas de reservas de stablecoins emitidas no exterior. Ardoino afirmou que a Tether busca atender a esse requisito, com expectativa de conformidade por meio da auditoria anunciada.

A Tether expandiu operações com a criação de uma subsidiária americana para a stablecoin voltada aos EUA, a USAT. Lançada no início deste ano, a USAT tem capitalização de mercado bem inferior à do USDT, com destaque para uma auditoria realizada pela Deloitte em relação às suas reservas.

Fonte de informações: comunicados oficiais da empresa e reportagens de veículo especializado, sem divulgações de contatos externos ou links adicionais.

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