- Foi deflagrada nesta quarta-feira, 25, uma operação que revelou um esquema bilionário envolvendo venda de e-books e suplementos irregulares.
- O grupo usava a venda de livros digitais como fachada para lavagem de dinheiro e vendia suplementos sem registro na Anvisa, causando prejuízo de cerca de R$ 100 milhões aos cofres públicos.
- O esquema envolvia emissão de notas fiscais falsas, sonegação de impostos e lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada.
- Estratégias de marketing de luxo eram usadas para atrair novos participantes, incluindo venda de produtos de alta qualidade e eventos exclusivos.
- A operação contou com a atuação da Polícia Civil, Polícia Federal e Ministério Público de Minas Gerais, com mandados de prisão preventiva, busca e apreensão em várias cidades; investigações continuam.
Foi deflagrada nesta quarta-feira (25) uma operação que revelou um esquema bilionário envolvendo a venda de e-books e suplementos alimentares irregulares. O grupo usava a venda de livros digitais como fachada para lavagem de dinheiro e para comercializar produtos sem registro na Anvisa, gerando prejuízos estimados em cerca de R$ 100 milhões aos cofres públicos.
A investigação aponta emissão de notas fiscais falsas, sonegação de impostos e uso de empresas de fachada para movimentar recursos. Técnicas de marketing de luxo eram utilizadas para atrair novos participantes, com eventos exclusivos e produtos de alta qualidade como atrativo.
O Ministério Público de Minas Gerais, a Polícia Civil e a Polícia Federal atuaram na operação, que cumpriu mandados de prisão preventiva, busca e apreensão em várias cidades do estado. O delegado Thiago Andrade afirmou que o objetivo era interromper a rede que operava as fraudes fiscais e a venda irregular de suplementos.
Os investigadores destacam que o esquema envolvia intertwining de serviços digitais e produtos físicos, dificultando o rastreamento financeiro. A ação continua em andamento e novas etapas devem ocorrer nos próximos dias, com foco em identificar demais envolvidos.
As autoridades alertam para os riscos de adquirir produtos de origem duvidosa e reforçam a necessidade de checagem de regularidade de empresas e mercadorias antes de qualquer compra. A apuração seguirá para detalhar a extensão do esquema e as atividades das empresas envolvidas.
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