- A H&M estudou o Brasil por dez anos antes de abrir a primeira loja no país.
- A marca desembarcou em agosto do ano passado, com lojas em São Paulo e Campinas.
- A chegada envolveu planejamento cultural cuidadoso, buscando respeito às culturas locais e foco em moda acessível, de qualidade e sustentável.
- a primeira campanha brasileira reuniu Anitta e Gilberto Gil; a sequência de ações inclui a operação H&M Rio, com chegada prevista para abril.
Em: H&M estudou o Brasil por 10 anos antes de investir no mercado, diz diretora. A informação foi dada pela diretora de comunicação e marketing da H&M no Brasil, Louise Rossetti, em entrevista ao CNN Cast nesta quarta-feira.
A varejista sueca abriu sua primeira loja no Brasil em agosto do ano passado, com unidades em São Paulo e Campinas. O maior desafio foi adaptar a operação ao dinamismo do país, sem perder a identidade de valor agregado.
Rossetti explicou que a chegada buscou conciliar moda acessível, qualidade e sustentabilidade. A estratégia levou em conta o legado da marca de não abandonar mercados, o que influenciou a decisão de entrar no Brasil apenas após estudos aprofundados.
A presença cultural no Brasil foi outro ponto relevante. A H&M avaliou que o clima e a cultura locais exigiam uma abordagem respeitosa e alinhada à identidade da marca. A primeira campanha ressaltou a ligação com a música brasileira.
A campanha de abertura destacou nomes da música nacional, como Anitta e Gilberto Gil, para criar uma ponte entre a H&M e o público brasileiro. Em abril deste ano, a rede prepara a continuidade de ações com o projeto H&M Rio.
Segundo a diretora, a expectativa é manter o ritmo de expansão no país, com novos formatos e possíveis lojas adicionais, sempre alinhados à estratégia de preço acessível e sustentabilidade.
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