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PF deflagra operação contra fraude de R$ 500 milhões na Caixa

PF deflagra a Operação Fallax contra organização criminosa que fraudou mais de R$ 500 milhões na Caixa, com infiltração de funcionários e dados falsos

Ao todo, 43 mandados de busca e apreensão foram cumpridos
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  • A Polícia Federal deflagrou a Operação Fallax para desarticular uma organização criminosa que fraudava a Caixa Econômica Federal, com pontas em estelionato, lavagem de dinheiro e acesso por funcionários.
  • O esquema usava dados falsos para realizar saques e transferências, com perdas superiores a R$ 500 milhões.
  • A operação contou com apoio da Polícia Militar de São Paulo e ações também no Rio de Janeiro e na Bahia, envolvendo 43 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva.
  • R$ 47 milhões em bens foram bloqueados, e houve quebra de sigilo de 33 pessoas físicas e 172 empresas.
  • Os investigados podem responder por gestão fraudulenta, crimes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e organização criminosa, com penas que podem ultrapassar 50 anos de reclusão.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (25), a Operação Fallax contra uma organização criminosa de grande porte que atuava em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal. O esquema envolvia estelionato, lavagem de dinheiro e infiltração interna em instituições financeiras. Os desvios passam de R$ 500 milhões.

O grupo cooptava funcionários para facilitar o acesso aos sistemas internos. Com dados falsos inseridos, eram promovidos saques e transferências ilegais, com alta sofisticação. O dinheiro desviado era ocultado por meio de estruturas empresariais de fachada.

Para ocultar a origem criminosa, os envolvidos usavam redes de empresas e grupos econômicos específicos. Após o desvio, os recursos eram convertidos rapidamente em criptoativos e bens de luxo, dificultando o rastreamento.

Operação

A ação contou com apoio da Polícia Militar de São Paulo e também ocorreu no Rio de Janeiro e na Bahia. Ao todo, foram cumpridos 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva.

Foram bloqueados R$ 47 milhões em bens e houve a quebra de sigilo fiscal de 33 pessoas físicas e 172 empresas.

Os investigados podem responder por gestão fraudulenta, crimes contra o sistema financeiro, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. As penas previstas, somadas, podem superar 50 anos de reclusão.

As investigações apontam que a organização funcionava como uma rede estruturada, com fases de captura, execução e ocultação dos recursos. A PF aponta ainda que a operação foi periclitante para o combate a fraudes bancárias.

A operação envolve ainda a cooperação entre órgãos de segurança pública e a atuação de equipes de campo em três estados, com foco em desarticular a rede criminosa e interromper o fluxo financeiro.

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