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Quem é o CEO da Fictor, alvo da PF em operação por fraudes bancárias milionárias

CEO da Fictor, Rafael Góis, é alvo da operação Fallax da Polícia Federal, que mira fraudes bancárias, lavagem de dinheiro e estelionato superiores a R$ 500 milhões; celular dele foi apreendido

Rafael Góis fundou a Fictor em 2007; ele teve o celular apreendido pela PF. Fictor disse que a defesa do executivo ‘prestará os esclarecimentos necessários’ assim que tiver acesso ao conteúdo da investigação
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  • Rafael Góis, CEO e fundador do Grupo Fictor, é alvo da Operação Fallax deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira, 25, que investiga crimes contra a Caixa Econômica Federal, estelionato, lavagem de dinheiro e fraudes que somam mais de R$ 500 milhões.
  • A PF cumpre 43 mandados de busca e apreensão, incluindo endereços ligados a Góis; o celular do executivo foi apreendido.
  • Luiz Rubini, ex-sócio da Fictor, também tem mandado de busca e apreensão em decorrência da operação.
  • A assessoria de Góis afirmou que a defesa, ao ter acesso aos conteúdos da investigação, prestará os esclarecimentos necessários às autoridades.
  • A Fictor, criada em 2007, atua como grupo de participações em setores como indústria alimentícia, serviços financeiros e infraestrutura; em 2022/11 a empresa anunciou acordo para aquisição do Banco Master, que acabou não se concretizando.

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira a Operação Fallax, que mira uma organização criminosa responsável por estelionato, lavagem de dinheiro e fraudes bancárias superiores a R$ 500 milhões. A ação envolve a Caixa Econômica Federal e desvenda esquemas ligados a contratos e operações financeiras.

Entre os alvos está Rafael Góis, CEO e fundador do Grupo Fictor, cuja atuação envolve soluções tecnológicas e atividades em setores como indústria, financeiro e infraestrutura. O celular do executivo foi apreendido durante a operação.

A PF cumpriu 43 mandados de busca e apreensão em diferentes endereços, incluindo imóveis vinculados a Góis. Luiz Rubini, ex-sócio da Fictor, também está entre os investigados. A defesa de Rubini ainda não se manifestou. A assessoria de Góis informou que a defesa prestará esclarecimentos assim que tiver acesso ao conteúdo da investigação.

Operação e empresas envolvidas

A Fictor, que atua como grupo de participações, foi mencionada como alvo da ação. Em nota, a empresa afirmou que, assim que a defesa tiver acesso aos autos, buscará esclarecer os fatos junto às autoridades competentes. Não houve confirmação adicional sobre vínculos diretos entre a Fictor e fraudes específicas.

Segundo o histórico público, a Fictor foi criada em 2007 para atuar em tecnologia e gestão de empresas, com atuação também em serviços financeiros e infraestrutura. Em novembro do ano passado, a empresa informou ter iniciado negociação para aquisição do Banco Master, em parceria com investidores dos Emirados Árabes Unidos. No dia seguinte, o BC liquidou o banco, e o negócio foi desfeito.

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