- Grupos Tupiniquim e Guarani protestam no Espírito Santo e mantêm a ferrovia da Vale fechada pelo quinto dia seguido.
- A linha liga Resplendor, no Espírito Santo, a Congonhas, em Minas Gerais, interrompendo o transporte de minério de ferro.
- A Vale estima prejuízo de aproximadamente R$ 645 milhões até o momento, com impacto na cadeia produtiva.
- Indígenas exigem inclusão no processo de reparação pelos impactos da mineração; apoio de outras comunidades e organizações ambientais.
- A Polícia Militar acompanha a manifestação; não há previsão de retomada, e a Vale se coloca à disposição para dialogar e buscar solução pacífica.
O protesto indígena continua com o trem da Vale fechado pelo quinto dia consecutivo. Grupos Tupiniquim e Guarani, no Espírito Santo, questionam a exclusão no processo de reparação pelos impactos da mineração.
A paralisação ocorre na ferrovia que liga Resplendor (ES) a Congonhas (MG). A Vale estima prejuízo de cerca de R$ 645 milhões até o momento, com impactos na operação de transporte de minério de ferro e na cadeia produtiva.
A mineradora afirma que busca diálogo com as comunidades para garantir a retomada do transporte de forma pacífica, preservando a segurança. Os indígenas pedem a inclusão das próprias comunidades no processo de reparação.
Reivindicação e diálogo em curso
A manifestação recebeu apoio de outras comunidades indígenas e de organizações ambientais, ampliando o alcance do movimento. A Polícia Militar foi acionada para acompanhar a atuação e manter a segurança na região.
Não há prazo definido para a retomada do transporte, segundo informações oficiais. A Vale continua disponível ao diálogo, buscando uma solução que atenda aos interesses de todas as partes envolvidas.
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