Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Famílias endividadas preocupam governo e bancos

Endividamento das famílias atinge 29%, concentrado no rotativo e no cheque especial; governo resiste a limitar juros e avalia renegociação de dívidas

Dentro da média brasileira, 49% afirmaram estar muito preocupadas com a queda no poder financeiro e 39% possuem algum grau de preocupação com o assunto
0:00
Carregando...
0:00
  • O endividamento das famílias atingiu 29% da renda, com concentração em linhas caras como o rotativo do cartão de crédito e o cheque especial.
  • Governo e bancos avaliam medidas para evitar efeito negativo no crédito, incluindo possíveis renegociações com clientes mais endividados.
  • A ideia de limitar juros do rotativo não recebeu apoio amplo entre participantes do encontro, incluindo o presidente Lula, por acreditar que a medida pode piorar o crédito para quem já está endividado.
  • Há preocupações de que o aperto possa reduzir a oferta de cartões e de outras linhas de crédito, tornando o crédito mais caro.
  • Instituições financeiras têm adotado postura mais seletiva e sugerem incentivar renegociação de dívidas, similar ao programa Desenrola Brasil de 2023.

O governo e o sistema financeiro acompanham de perto o endividamento das famílias, que chegou a 29% da renda. O foco é principalmente nas linhas mais caras, como o rotativo do cartão de crédito e o cheque especial, que elevam o peso da dívida.

As instituições avaliam que o cenário atual pode exigir renegociação de dívidas com os clientes mais endividados, similar ao que ocorreu em 2023. A ideia de limitar os juros do rotativo, porém, não conta com apoio majoritário entre os participantes do debate, segundo apuração.

Um efeito temido é a redução da oferta de crédito caso o custo de captação e de concessão permaneça elevado. Com menor disponibilidade de crédito, o custo tende a subir, o que não seria favorável em ano eleitoral. Executivos lembram que políticas precisam aliviar o bolso das pessoas, não apenas discurso.

Os bancos já adotam postura mais seletiva na concessão de crédito, como resposta ao cenário de custos elevados. A instabilidade externa e o ritmo gradual de recuo da Selic também colaboram para o aperto. A paralisação ou atraso de cortes de juros permanece como fator agravante.

Uma linha de atuação discutida pelos brasileiros é incentivar a renegociação de dívidas, em especial por meio de programas como o Desenrola Brasil, adotado em 2023. O objetivo é facilitar a reorganização de faturas sem comprometer o acesso a crédito no futuro.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais