- A Iguá Saneamento fechou o quarto trimestre de 2025 com receita líquida de R$ 804,3 milhões, alta de 58,8% na comparação com o mesmo período de 2024.
- No acumulado do ano, a empresa registrou receita de R$ 2,7 bilhões, crescimento de 42,5% frente a 2024.
- O resultado trimestral ocorreu com a operação em Sergipe iniciada em maio de 2025 e a operação no Rio de Janeiro prestes a completar cinco anos.
- Em volume faturado, foram 106,9 milhões de metros cúbicos no trimestre, e 370,2 milhões de metros cúbicos no ano, respectivamente 50% e 17,2% superiores ao exercício anterior.
- Os investimentos em redes de água e esgoto somaram R$ 577,7 milhões no ano (aumento de 17,2%), com quase R$ 300 milhões (R$ 299,2 milhões) investidos no quarto trimestre.
A Iguá Saneamento encerrou o quarto trimestre de 2025 com receita líquida de 804,3 milhões de reais, cifra que representa alta de 58,8% frente ao mesmo período de 2024. O desempenho é atribuído à expansão das operações em Sergipe, iniciada em maio de 2025, e no Rio de Janeiro, onde a atuação completa cinco anos de atividade.
No acumulado do ano, a empresa atingiu 2,7 bilhões de reais em receita, avanço de 42,5% em relação a 2024. A companhia destaca que o crescimento reflete a consolidação da operação no Rio e a entrada plena em Sergipe, além de obras estruturantes em andamento.
A Iguá atua também em Cuiabá (MT) e em 28 cidades do sudoeste do Paraná via PPP com a Sanepar, além do interior de São Paulo, em cidades como Andradina, Castilho e Mirassol. As operações nesses municípios paulistas estão em processo de venda para a Sabesp.
Desempenho operacional e uso de recursos
A Iguá faturou 106,9 milhões de metros cúbicos no período, volume que avançou mais de 50% ante o quarto trimestre de 2024. No ano, o total foi de 370,2 milhões de m³, aumento de 17,2%.
Os investimentos em redes de água e esgoto somaram 577,7 milhões de reais em 2025, com alta de 17,2% em relação ao ano anterior. Nos resultados do quarto trimestre, a companhia investiu 299,2 milhões de reais, totalizando 828,2 milhões de reais no ano.
Indicadores de inadimplência, IPF e perspectivas
O CFO João Luiz Guillaumon destacou a melhora da inadimplência, com queda de 0,4 ponto percentual no último trimestre. Segundo ele, o desempenho resulta de ações de crédito e aperfeiçoamento na apuração de indicadores.
O Índice de Perdas no Faturamento (IPF) caiu de 48% em 2024 para 46% no último trimestre de 2025, efeito atribuído a setorização de redes, modernização da infraestrutura e fiscalização para combater irregularidades.
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