- O CMO do Magazine Luiza, Felipe Cohen, afirmou que as lojas físicas não vão desaparecer, mas passarão por transformações.
- A megaloja inaugurada recentemente reúne produtos do ecossistema da Magalu e funciona como loja conceito com eventos culturais e experiências para clientes.
- Apesar das margens apertadas, a megaloja tem várias fontes de receita, e, segundo Cohen, apenas com propaganda pode se pagar em um ano e meio.
- A loja é descrita como tendo mais LED do que paredes, evidenciando o foco em receitas de publicidade.
- Cohen destacou que o marketing do futuro será cada vez mais orientado por dados, possibilitando hiperpersonalização da oferta e aprimorando o relacionamento com clientes.
A frase-chave do Magazine Luiza aponta que lojas físicas não vão desaparecer, mas passar por transformação. A conclusão vem do CMO Felipe Cohen, em entrevista ao CNN Cast. A fala decorre do foco da empresa em novas fontes de receita para o varejo físico.
Segundo Cohen, as margens continuam desafiadoras no varejo tradicional. Ainda assim, as lojas podem se tornar rentáveis ao ampliar as fontes de receita, especialmente por meio de publicidade e eventos. A visão sustenta que o espaço físico ganha função de hub de experiências.
No ano passado, a Magalu inaugurou a megaloja no antigo espaço da Cultura, na Avenida Paulista, com produtos dos diferentes braços do grupo, como Magalu, Netshoes, KaBuM! e Época Cosméticos. A loja é concebida como espaço de eventos culturais.
Megaloja e novas fontes de receita
Cohen revelou que, mesmo com margens apertadas, a megaloja tem potencial de pagamento em cerca de um ano e meio apenas com receita de propagandas. O executivo destacou ainda a direção de marketing baseada em dados para a hiperpersonalização.
O CMO citou o marketing orientado por dados como tendência do setor, apontando para evolução na oferta de produtos e na relação com clientes. A participação ocorreu durante o CMO Summit, com a presença da CNN Brasil.
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