- Lula afirmou que o governo apresentará uma solução para o endividamento das famílias, acompanhada de campanhas de educação financeira.
- Em Anápolis, Goiás, o presidente disse que, apesar da economia estar bem, a sociedade brasileira está um pouco endividada.
- Ele destacou que dívidas podem ser boas, como aquisição de patrimônio ou melhoria de qualidade de vida, mas o problema é quando a prestação não cabe no orçamento.
- Lula pediu ao novo ministro da Fazenda, Durigan, que elabore a solução para facilitar o pagamento e ensinar as pessoas a administrar o salário.
- Durigan afirmou que o momento é raro e que o foco é manter a inflação sob controle, ampliar produtividade e promover reformas, incluindo a tributária.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo apresentará uma solução para o endividamento das famílias brasileiras, acompanhada de campanhas de educação financeira. A declaração ocorreu após visita à unidade industrial da Caoa em Anápolis, Goiás.
Lula informou que pediu ao novo ministro da Fazenda, Durigan, que desenvolva medidas para facilitar o pagamento de débitos e, ao mesmo tempo, ensine planejamento financeiro aos cidadãos. O objetivo é evitar que o endividamento comprometa o orçamento mensal.
O chefe do Executivo ressaltou que dívidas adquiridas para formação de patrimônio ou melhoria de qualidade de vida podem ser consideradas boas, desde que o peso mensal não supere a disponibilidade financeira. A abordagem busca equilíbrio entre consumo e responsabilidade financeira.
Busca por solução
Durigan assumiu o posto após a saída de Haddad, que concorre às próximas eleições. O ministro destacou que o país vive um momento raro, com crescimento, geração de empregos e inflação controlada, ao mesmo tempo. A gestão enfatiza o papel de infraestrutura e repasses a estados e municípios.
Entre os temas listados pelo governo, a reforma tributária é apontada como instrumento para aumentar a produtividade e a eficiência na cobrança de tributos. A equipe econômica enfatiza que melhorias na gestão fiscal podem ampliar a qualidade de vida da população sem onerar excessivamente a economia.
O governo também aponta avanços em educação, inovação e formação de trabalhadores como pilares para reduzir a desigualdade e ampliar a competitividade. A meta é justamente melhorar a produtividade sem ampliar desnecessariamente a jornada de trabalho.
Entre na conversa da comunidade