- Em 26 de março de 2026, o Brent ultrapassou a casa dos US$ 102 por barril, com contratos para junho subindo acima de US$ 102.
- O WTI para maio avançou perto de US$ 94, com alta de cerca de quatro vírgula cinco por cento.
- As incertezas em torno dos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, sem cessar-fogo entre EUA e Irã, alimentam a preocupação com o fornecimento pelo Estreito de Ormuz, que responde por cerca de um quinto das importações globais.
- Divergências sobre como evoluir o conflito mantêm o cenário de risco para o petróleo, mesmo após a recente retração de preços.
- A notícia contém informações da Reuters.
O petróleo retomou o movimento de alta nesta quinta-feira (26), com os contratos futuros em elevação diante de incertezas sobre os desdobramentos do conflito no Oriente Médio. O Brent, referência global, ultrapassou a marca de US$ 100 por barril. O ritmo de alta ocorre mesmo sem um cessar-fogo definido entre EUA e Irã.
Às 9h45, o Brent para junho subia mais de 4,9%, acima de US$ 102 por barril. O WTI para maio avançava quase 4,5%, operando próximo de US$ 94. O movimento sinaliza retomada de fôlego após uma queda recente acima de 2% na sessão anterior, que levou o preço próximo de US$ 100.
As oscilações refletem versões divergentes sobre o que pode ocorrer no conflito no Oriente Médio e como isso afeta a distribuição de petróleo pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica que responde por um quinto das importações globais.
No cenário político, a imprensa destaca declarações do presidente dos EUA, que sugere estar o Irã sob pressão para fechar um acordo, enquanto o chanceler iraniano afirma analisar uma proposta norte-americana sem manter negociações em curso. Essas posições alimentam a percepção de volatilidade adicional nos mercados.
Paralelamente, o governo americano reforçou críticas à Otan, com comentários que fortalecem a leitura de que a aliança internacional não tem demonstrado respostas contundentes aos desdobramentos regionais. A temporada de declaração pública contribui para a incerteza sobre o timing de qualquer acordo ou de novas escaladas.
Com informações da Reuters
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