- O governo da Polônia anunciou medidas para reduzir tributos sobre combustíveis: IVA de 23% deve cair para 8% e o imposto especial de consumo será reduzido ao mínimo da União Europeia.
- O país também pode criar um imposto sobre lucros extraordinários de empresas de energia.
- Além disso, haverá limitação de preços nas bombas, e as ações da refinaria estatal Orlen caíram mais de 2%.
- As medidas visam mitigar a alta dos combustíveis causada pela guerra no Oriente Médio, com o primeiro-ministro Donald Tusk prometendo queda de preços ainda antes do feriado de Páscoa.
- Impostos e taxas já respondem por mais de quarenta por cento do preço na bomba, e o governo avalia medidas para evitar que motoristas estrangeiros se beneficiem dos cortes, estudando o modelo da Eslováquia.
Polônia vai reduzir impostos sobre combustíveis, limitar preços nas bombas e pode criar um imposto sobre lucros extraordinários de empresas de energia. As medidas foram anunciadas pelo primeiro-ministro Donald Tusk nesta quinta-feira (26). O pacote visa mitigar o impacto da alta do petróleo causada pela guerra no Oriente Médio.
Segundo Tusk, o IVA sobre combustíveis cairá de 23% para 8%, e o imposto especial de consumo será reduzido ao mínimo permitido pela União Europeia. Também está em estudo a criação de um tributo específico sobre lucros das petrolíferas. As ações da refinaria estatal Orlen caíram mais de 2%.
Mesmo com a expectativa de redução de preços, o premiado governo informou que poderá agir para evitar que motoristas estrangeiros se beneficiem dos cortes. O premier mencionou avaliar o sistema adotado pela Eslováquia, que aplica sobretaxas a veículos com placas estrangeiras.
Medidas anunciadas
- Redução do IVA de 23% para 8%.
- Redução do imposto especial de consumo ao mínimo da UE.
- Possível imposto sobre lucros extraordinários de empresas de energia.
Contexto e impactos
Impostos e taxas somam mais de 40% do preço nos postos de combustíveis, segundo o governo. A iniciativa ocorre em meio a ações de governos europeus para conter a alta de preços após a escalada do conflito regional. O efeito sobre o consumidor ainda depende de implementação e de eventuais ajustes.
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