- O BNDES anunciou R$ 10 bilhões em linhas de crédito do programa Mais Inovação para apoiar a indústria 4.0 e bens de capital voltados à economia verde.
- Do total, R$ 7 bilhões vão para digitalização industrial e R$ 3 bilhões para projetos sustentáveis, com taxa média de 6,5% ao ano.
- Os recursos integram a Nova Indústria Brasil (NIB) e visam difundir tecnologias da indústria e apoiar a produção de bens de capital verde.
- O anúncio ocorreu durante o seminário sobre o acordo Mercosul-UE, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.
- Participaram do evento o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin, a ministra Simone Tebet, o presidente do BNDES Aloizio Mercadante e o presidente da CNI, Ricardo Alban.
O BNDES anunciou 10 bilhões de reais em linhas de crédito do programa Mais Inovação, para apoiar a difusão de indústria 4.0 e bens de capital ligados à economia verde, dentro da Nova Indústria Brasil (NIB). O aporte foi revelado em São Paulo, durante seminário sobre o acordo Mercosul-UE promovido pela CNI.
Do total, 7 bilhões vão financiar a digitalização industrial e 3 bilhões, projetos sustentáveis, com taxa média de 6,5% ao ano. A comunicação ocorreu na abertura do evento, que reuniu autoridades e representantes do setor produtivo.
Participaram do ato o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e o presidente da CNI, Ricardo Alban. As autoridades destacaram impactos da iniciativa para a indústria.
Mercadante ressaltou que as linhas fortalecem a modernização fabril e a produtividade. Alckmin enfatizou o potencial do acordo Mercosul-UE para ampliar mercados e atrair investimentos, com entrada em vigor já este ano. Tebet apontou efeito destravador para a indústria nos próximos 10 anos.
Alban destacou a necessidade de alinhamento entre governo e indústria para aproveitar oportunidades do acordo, defendendo uma agenda que permita competição justa no mercado global. O grupo enfatizou a importância de ampliar a participação da indústria brasileira no PIB sem perder competitividade.
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