- Quatro em cada dez brasileiros (40%) pretendem cozinhar mais em casa e reduzir o delivery em 2026, segundo estudo da Neogrid em parceria com a Opinion Box.
- O levantamento aponta um ajuste no orçamento familiar, com 76% dos entrevistados dizendo que vão cortar gastos pessoais ou domésticos neste ano.
- Entre as estratégias, 38% planejam reduzir despesas com lazer e itens supérfluos, enquanto 33% pretendem trocar marcas por opções mais baratas.
- A pesquisa indica mudança no comportamento de consumo, com 69% dos entrevistados pretendendo diminuir compras por impulso.
- Foram ouvidos mais de 1,2 mil brasileiros responsáveis, total ou parcialmente, pelas compras domésticas, de várias faixas etárias e classes sociais.
Quatro em cada dez brasileiros pretendem cozinhar mais em casa e reduzir a frequência de refeições fora ou de delivery ao longo de 2026. A projeção é apresentada pelo levantamento realizado pela Neogrid em parceria com a Opinion Box.
O estudo verificou que 40% da população deseja aumentar a cozinha doméstica e reduzir pedidos de entrega neste ano. O objetivo é economizar diante de mudanças no orçamento familiar.
Além disso, o levantamento mostra que 76% dos entrevistados pretendem cortar gastos pessoais ou domésticos em 2026. Entre as estratégias, 38% planejam reduzir lazer e itens considerados supérfluos, e 33% vão buscar opções de marcas mais baratas.
A pesquisa aponta ainda queda de impulso de consumo: 69% dos respondentes planejam comprar menos por impulso, adotando uma postura mais cautelosa e com foco no custo-benefício. A tendência deve impactar segmentos como alimentação fora do lar e bens não essenciais.
Influência nos hábitos de consumo
Foram ouvidos mais de 1,2 mil brasileiros responsáveis, total ou parcialmente, pelas compras domésticas. As pessoas entrevistadas pertencem a diferentes faixas etárias e classes sociais, refletindo o cenário de economia doméstica no país.
A análise indica que o comportamento de consumo está se ajustando para 2026, com menor propensão a gastos discricionários e maior ênfase na relação custo-benefício. Os impactos devem se estender a varejo de alimentação e itens não essenciais.
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