- Desemprego no Brasil ficou em 5,8% no último trimestre, segundo o IBGE.
- A alta foi puxada pela perda de vagas nos setores de saúde, educação e construção.
- Comparado ao trimestre anterior, a taxa subiu de 5,7% (variação de 0,2 ponto percentual).
- O número de desocupados ficou em cerca de 1,5 milhão; a população ocupada atingiu aproximadamente 24,4 milhões.
- Desempenho por faixa etária: 14 a 24 anos teve 16,4%; 25 a 39 anos, 6,2%; 40 a 59 anos, 4,2%; 60 anos ou mais, 3,1%.
O desemprego no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, segundo o IBGE. O aumento frente ao período anterior, de 5,7%, reflete menos vagas nos setores de saúde, educação e construção.
Ao todo, o contingente de desocupados atingiu aproximadamente 1,5 milhão de pessoas, enquanto a população ocupada somou cerca de 24,4 milhões. A variação está associada ao ritmo lento de recuperação do mercado de trabalho.
A faixa de 14 a 24 anos registrou 16,4% de desocupação, e 25 a 39 anos ficou em 6,2%. Entre 40 a 59 anos, a taxa foi de 4,2%, e entre 60 anos ou mais, 3,1%. A informalidade e a precarização são desafios persistentes.
Fatores setoriais
A perda de vagas em saúde, educação e construção é apontada como principal influência para a alta do desemprego. O IBGE ressalta que a melhoria depende de condições econômicas e políticas estáveis e de políticas públicas eficazes.
O instituto destaca que a recuperação é lenta e sujeita a oscilações. Mesmo com sinais de melhora, o ritmo continuará depender de variáveis macroeconômicas e de trajetórias de crescimento.
Perspectivas
A taxa está acima do nível considerado ideal para uma economia saudável, próximo de 4%. A redução do desemprego segue como meta para o governo e o setor privado, com foco em criação de empregos formais.
O IBGE continuará monitorando o mercado de trabalho e divulgando dados para orientar políticas públicas e estratégias de desenvolvimento econômico e social no país.
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