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Ibovespa recua com tensão no Oriente Médio no radar dos investidores

Ibovespa recua com tensões no Oriente Médio, petróleo acima de US$ 110 e risco de inflação, enquanto Wall Street encerra quinta semana de quedas

Investidores temem um impacto cada vez maior no fornecimento de energia e nos preços do petróleo, aumentando o risco de uma escalada inflacionária (Foto: David McNew/Bloomberg)
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  • O Ibovespa caiu 0,45%, aos 181.909 pontos, às 11h, com o mercado de olho no conflito no Oriente Médio.
  • O dólar comercial recuou 0,29%, cotado a R$ 5,24, no mesmo horário.
  • O movimento acompanha uma sessão global de queda em ações, em meio a incertezas sobre um possível cessar-fogo na região.
  • O petróleo Brent opera em alta, acima de US$ 110 o barril, com ganho de cerca de 2,96% às 11h, ajudando a pressionar as bolsas.
  • Petrobras subiu 1,30%, ajudando o Ibovespa a limitar as perdas, enquanto os índices dos Estados Unidos fecham em queda (Dow Jones -1,00%; S&P 500 -0,93%; Nasdaq -1,30%).

O Ibovespa recua nesta sexta-feira, 27, acompanhando o ritmo de queda nos mercados globais. O índice tem leve baixa aos 181.909 pontos, diante da busca por sinais sobre o conflito entre EUA, Israel e Irã no Oriente Médio. O recuo ocorre com o dólar no patamar de 5,24 reais, queda de 0,29%.

Pelo cenário internacional, o petróleo segue em alta, com o Brent negociado acima de 110 dólares por barril, após avanço de quase 3% pela manhã. A insegurança na região eleva o risco de interrupções no fornecimento de energia e pressiona cenários de inflação global.

Entre as companhias brasileiras, a Petrobras avança 1,30% ajudando a conter parte das perdas do índice. Nos Estados Unidos, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq operam no vermelho, com quedas que ampliam a quinta semana consecutiva de baixa para o conjunto das bolsas.

Mercado externo

De acordo com analistas, a movimentação reflete a preocupação com a possibilidade de escalada no Oriente Médio e o impacto sobre o comércio mundial. Comentários sobre cessar-fogo tentam aquecer o humor, mas ainda há volatilidade.

Quem acompanha o noticiário destaca a fala de autoridades americanas sobre estratégias para o Estreito de Ormuz, rota crucial para o transporte de petróleo. Investidores permanecem atentos a novas negociações entre Teerã e Washington.

Fontes: informações da Bloomberg News.

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