- O saldo do investimento direto no país (IDP) no 1º bimestre de 2026 foi de US$ 14,9 bilhões, queda de 10,9% ante o mesmo período de 2025 (US$ 16,7 bilhões).
- Em fevereiro, a entrada líquida de IDP foi de US$ 6,8 bilhões, cobrindo o déficit de US$ 5,6 bilhões nas contas correntes.
- O IDP caiu 32,7% em fevereiro de 2026 em relação a fevereiro de 2025, quando houve ingresso líquido de US$ 10,0 bilhões.
- O acumulado em doze meses até fevereiro foi de US$ 75,9 bilhões, equivalente a 3,24% do PIB.
- O Banco Central informou que, em janeiro de 2026, o saldo era US$ 79,1 bilhões (3,42% do PIB); em fevereiro de 2025, os ingressos líquidos somavam US$ 78,3 bilhões (3,64% do PIB).
O saldo do Investimento Direto no País (IDP) registrou queda de 10,9% no 1º bimestre de 2026, conforme as estatísticas do Banco Central. O total caiu para US$ 14,9 bilhões, ante US$ 16,7 bilhões no mesmo período de 2025. O BC divulgou os números na sexta-feira.
A entrada líquida de IDP em fevereiro foi de US$ 6,8 bilhões, cobrindo o déficit nas transações correntes de US$ 5,6 bilhões. Em relação a fevereiro de 2025, houve queda de 32,7% no ingresso líquido.
Dados do período e comparação
No acumulado de 12 meses até fevereiro, o Brasil registrou entrada líquida de US$ 75,9 bilhões, equivalente a 3,24% do PIB. Em janeiro de 2026, o saldo havia sido de US$ 79,1 bilhões, ou 3,42% do PIB.
Contexto econômico
Os dados do IDP refletem entradas ligadas a atividades de longo prazo, como abertura de filiais, obras de infraestrutura e participação em empresas nacionais. O BC aponta variação mensal significativa ao longo de 2026, alinhada a mudanças de ambiente externo e de juros.
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