- O governo planeja um novo leilão de baterias para reforçar a segurança do sistema elétrico brasileiro, aumentando a capacidade de armazenamento e o fornecimento em horários de maior demanda.
- Luiz Fernando Vianna, vice-presidente institucional e regulatório do Grupo Delta Energia, disse que a tecnologia de baterias já está bem avançada em vários países.
- Segundo Vianna, Austrália, China, além de Califórnia e Texas, nos Estados Unidos, são exemplos de avanços relevantes na área.
- O leilão será o primeiro do tipo realizado no Brasil e deve atrair players ligados à geração distribuída, como instalações de painéis solares em telhados.
- O Grupo Delta Energia não participará do primeiro leilão, mas analisa possibilidades futuras no segmento.
O governo federal planeja realizar um novo leilão de baterias para fortalecer a segurança do sistema elétrico brasileiro. A iniciativa visa ampliar a capacidade de armazenamento e assegurar o fornecimento em horários de maior demanda.
Luiz Fernando Vianna, vice-presidente institucional e regulatório do Grupo Delta Energia, destacou que a tecnologia de baterias já está bem avançada em vários países, citando Austrália, China e Estados Unidos (Califórnia e Texas). O comentário foi feito durante o episódio desta semana do Capital Insights.
O leilão será o primeiro do tipo no Brasil, com expectativa de atrair diversos players do setor, principalmente grupos ligados à geração distribuída, como instalações de painéis solares em telhados residenciais, associações e consórcios. Vianna ressaltou que a geração distribuída encontra nas baterias um complemento.
O Grupo Delta Energia informou que não participará deste primeiro leilão, mas está analisando possibilidades futuras no segmento. A iniciativa, segundo especialistas, pode influenciar o desenvolvimento de soluções de armazenamento para o mercado nacional.
Perspectivas e participação de mercado
A bateria é vista como ferramenta para deslocar o consumo de energia ao longo do dia, armazenando excedentes para usar em momentos de maior demanda. A expectativa é fortalecer a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro sem depender apenas de novas usinas durante picos.
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