- Leilão de transmissão de energia da Aneel (2026) deve atrair cerca de R$ 3,3 bilhões em investimentos e ocorre nesta sexta-feira (28) na sede da B3, em São Paulo.
- Serão ofertados cinco lotes, que somam 798 quilômetros de linhas e 1.950 MVA de capacidade, com a instalação de compensadores síncronos.
- A expectativa é de cerca de 8,4 mil empregos na fase de implantação; os projetos abrangem 11 estados: Bahia, Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe, Santa Catarina e São Paulo.
- Os prazos de conclusão vão de 42 a 60 meses; o lote 1 reúne ativos com concessões expiradas, o que pode elevar a barreira de entrada.
- Participantes tradicionais são previstos como Ásia (antiga Eletrobras), Alupar e fundos ligados ao BTG; a colombiana Isa deve ficar de fora por questões de alavancagem.
O leilão de transmissão de energia da Aneel ocorre nesta sexta-feira, 28, na sede da B3, em São Paulo. O certame prevê investimentos de cerca de R$ 3,3 bilhões e oferta cinco lotes de construção e manutenção de linhas de transmissão.
Ao todo, os projetos somam 798 quilômetros de linhas e 1.950 MVA de capacidade de transformação. Estão previstas ainda a instalação de compensadores síncronos e o aporte deve gerar aproximadamente 8,4 mil empregos na fase de implantação.
Os empreendimentos vão atender 11 estados: Bahia, Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe, Santa Catarina e São Paulo. Os prazos variam entre 42 e 60 meses.
Perfil dos projetos e participação
O lote 1 reúne ativos com término de concessão, abrindo espaço para novos projetos. A configuração pode afastar players menores voltados apenas para operação e manutenção, elevando a barreira de entrada.
Segundo especialistas, o foco é ampliar a confiabilidade do sistema elétrico, com ênfase em regiões Norte e Nordeste. Compensadores síncronos devem ser instalados no Pará, Rio Grande do Norte e Ceará.
Entre os concorrentes tradicionais, aparecem Áxia (ex-Eletrobras), Alupar e fundos vinculados ao BTG. A empresa colombiana Isa deve ficar de fora, por ajuste de alavancagem durante ciclos de leilões anteriores.
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