- A Intercontinental Exchange (ICE) finalizou investimento de US$ 1,6 bilhão na Polymarket, plataforma de mercados de previsões.
- O financiamento faz parte de uma captação de capital próprio da Polymarket; a ICE pretende adquirir até US$ 40 milhões em títulos de detentores existentes.
- Em outubro de 2025, a ICE firmou compromisso de até US$ 2 bilhões com a Polymarket, que foi avaliada em US$ 9 bilhões; o investimento atual representa o cumprimento dessas obrigações.
- A Polymarket disputa mercado com Kalshi, que levantou US$ 1 bilhão recentemente, elevando sua avaliação para cerca de US$ 22 bilhões.
- O setor enfrenta aumento de escrutínio regulatório nos EUA, com propostas de leis para restringir ou regular mercados de previsões e uso de informações privilegiadas.
O investimento da Intercontinental Exchange (ICE), controladora da NYSE, na Polymarket foi concluído em US$ 1,6 bilhão. O aporte integra uma captação de capital próprio da plataforma de previsões, com a possibilidade de aquisição de até US$ 40 milhões em títulos de detentores existentes.
O acordo já havia sido anunciado em outubro de 2025, quando a ICE assumiu um compromisso de até US$ 2 bilhões com a Polymarket, avaliando a empresa em US$ 9 bilhões. O aporte inicial foi de US$ 1 bilhão, seguido por US$ 600 milhões e pela opção de compra de títulos existentes, completando o que foi pactuado.
Contexto regulatório
A Polymarket atua em um ambiente de crescente escrutínio nos EUA, com governos locais e federais avaliando regras para mercados de previsão. Em Massachusetts, o deputado Seth Moulton proibiu funcionários de negociar em plataformas como Polymarket e Kalshi, citando riscos de uso de informações privilegiadas.
Competição entre plataformas
A Kalshi, rival da Polymarket, captou US$ 1 bilhão recentemente, elevando sua avaliação para US$ 22 bilhões. A elevação ocorre após uma vitória judicial da CFTC em maio de 2025, que abriu caminho para ampliar contratos eleitorais e acelerar o crescimento da empresa.
Movimentos recentes e projetos
A Polymarket realizou recentemente uma experiência pop-up em Washington, D.C., chamada Situation Room, anunciada como o primeiro destino físico para monitorar mercados de previsões globais. Críticas na imprensa foram registradas, com alguns veículos destacando falhas técnicas.
Panorama institucional e legislação
O financiamento à Polymarket ocorre em meio a propostas bipartidárias, como o PREDICT Act, que buscam ampliar restrições a membros do Congresso, funcionários de alto escalão e familiares. Além disso, senadores estudam proibições de contratos esportivos e de mercados ligados a conflitos internacionais.
Medidas estaduais
Na Califórnia, o governador Gavin Newsom assinou ordem executiva proibindo que funcionários estaduais apostem em mercados de previsões usando informações privilegiadas, acrescentando camada de rigidez ao tema.
Observação: este texto reescreve informações para fins informativos, sem adotar tom opinativo ou conclusivo. As fontes não são citadas diretamente, mantendo o conteúdo fiel ao material recebido.
Entre na conversa da comunidade