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Mansueto descarta ser o posto Ipiranga de Flávio Bolsonaro em 2027

Economista-chefe do BTG nega voltar a Brasília para compor equipe econômica de Flávio Bolsonaro em 2027 e afirma permanecer no setor privado

Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG
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  • Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, nega conversas com Flávio Bolsonaro para 2027 e afirma não estar envolvido em campanha.
  • Ele diz que não pretende voltar à esfera pública, após passar 20 anos no setor público, hoje morando em São Paulo.
  • Rumores o apontaram como nome central da programação econômica da candidatura de Flávio Bolsonaro, o que ele rejeita.
  • Almeida afirma que investidores estrangeiros permanecem otimistas com o Brasil para 2027, independentemente de Lula ou Flávio vencerem.
  • Segundo o economista, o fluxo recente de capitais estrangeiros não reflete apenas percepção sobre a economia, mas também a saída de investidores dos Estados Unidos, além de fundamentos como agro e petróleo atraírem oportunidades.

Mansueto Almeida rejeita a ideia de vir a Brasília para integrar a equipe econômica de Flávio Bolsonaro em 2027. O economista-chefe do BTG Pactual afirma que está há 20 anos no setor público na memória, mas hoje atua no setor privado em São Paulo e não tem planos de retomar atividades no poder público.

Ele comentou que circulam rumores sobre seu envolvimento no desenho de um programa econômico para o filho do ex-presidente, porém reafirmou não estar envolvido com campanhas políticas e segue focused no setor privado.

Após participação na Brazil Conference, Almeida disse estar satisfeito com a atuação no setor privado e indicou que pretende permanecer fora da política, destacando a longa passagem pelo Tesouro Nacional e pelo Ministério da Fazenda.

Sobre o ambiente de investimentos, ele destacou que o interesse estrangeiro no Brasil deve se manter independentemente de quem Venha a governar em 2027, citando uma visão mais confiante de investidores externos com relação ao fiscal e a oportunidades setoriais.

O economista apontou que fluxos de capitais recentes para o Brasil não teriam sido impulsionados apenas por melhorias na percepção econômica, mas também pela saída de capitais de outros mercados emergentes, como consequência de fatores globais.

Para Almeida, o Brasil pode atrair investimentos pela combinação de potencial agrícola, setor de petróleo e um ambiente de oportunidades diante de um cenário macro que tende a permanecer favorável para operações estratégicas, desde que haja continuidade de reformas fiscais.

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