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Fundação Ethereum apoia zona econômica para resolver problemas da rede

Fundação Ethereum apoia zona econômica para alinhar a mainnet e redes de segunda camada, reduzindo duplicação e aumentando interoperabilidade

moeda prateada de ethereum à frente de painel de preço
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  • Gnosis e Zisk propõem a criação da Zona Econômica do Ethereum (EEZ) para alinhar a infraestrutura entre a mainnet e redes de segunda camada, buscando reduzir fragmentação.
  • Dentro da EEZ, redes de segunda camada poderão operar em um ambiente compartilhado, com transações usadas na prática pagando-se em Ethereum (ETH).
  • A iniciativa é cofinanciada pela Fundação Ethereum, visando acelerar a integração entre a mainnet e soluções de escalonamento de segunda camada.
  • A EEZ pretende oferecer um ambiente de execução unificado, evitar silos entre L2s e reduzir atritos técnicos, incluindo o uso de provas de conhecimento zero.
  • Foi anunciada uma Aliança EEZ envolvendo referências do DeFi, como Aave e XStocks, com detalhes técnicos a serem divulgados nas próximas semanas.

A Fundação Ethereum recebeu apoio de projetos para criar uma “zona econômica” que busca alinhar a infraestrutura do ecossistema com redes de escalonamento de segunda camada. A ideia é reduzir barreiras entre a mainnet e as soluções L2.

Gnosis e Zisk apresentaram a proposta de EEZ, ou Zona Econômica do Ethereum, para permitir que redes de segunda camada operem em um ambiente compartilhado. O objetivo é evitar duplicação de esforços e melhorar a experiência do usuário, mantendo pagamentos em ETH.

Jordi Baylina, da Zisk, e Freisderike Ernst, da Gnosis, destacaram a infraestrutura comum como caminho para reduzir atrito técnico e riscos entre as redes. A iniciativa é cofinanciada pela Fundação Ethereum, segundo comunicado dos parceiros.

Dentro da EEZ, transações seriam executadas em diversas L2 e na mainnet, criando um ambiente de execução unificado. A proposta visa impedir que as redes de segunda camada funcionem como ilhas isoladas.

Os proponentes argumentam que a EEZ pode facilitar o fluxo de valor entre L2s e a mainnet, ao contrário de silos que dificultam a escalabilidade. A mudança envolve o uso coordenado de recursos e padrões de interoperabilidade.

Não foram divulgados detalhes sobre o financiamento específico da EEZ, mas as equipes prometem apresentar especificações técnicas nas próximas semanas. Também foi anunciada uma Aliança EEZ com atores do DeFi, incluindo Aave e XStocks.

Baylina ressaltou que a EEZ adotará provas de conhecimento zero para reforçar a adoção financeira institucional. A iniciativa se baseia em avanços já vistos no Ethereum ao longo dos anos, com foco na integração entre mainnet e camadas adicionais.

O movimento surge após debate recente na comunidade sobre o papel das redes de segunda camada na preservação da descentralização. Vitalik Buterin já indicou, anteriormente, que nem todas as propostas de L2 respondem a esse princípio.

A EEZ pretende, assim, oferecer uma via de execução compatível entre redes auxiliares e a mainnet, evitando a fragmentação que preocupa parte da comunidade. A divulgação das especificações técnicas está prevista para as próximas semanas.

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