- Leilão da venda assistida do aeroporto internacional do Galeão ocorre nesta segunda-feira (30), às 15h, na B3, com lance mínimo de R$ 932 milhões.
- Quatro grupos aparecem na disputa? Na verdade são três proponentes: Aena Brasil, Zurich Airport e o consórcio RIOGaleão (Vinci Airports e Changi), atual operadora.
- O novo modelo de concessão prevê saída da Infraero da sociedade, retirada da exigência de uma terceira pista e cobrança de 20% da receita bruta como contribuição, em vez de outorga fixa.
- A expectativa do governo é que o valor final supere o valor mínimo e chegue a cerca de R$ 1,5 bilhão.
- Em 2024, o Galeão movimentou aproximadamente 18 milhões de passageiros, representando cerca de 13% do movimento aéreo nacional.
O leilão da venda assistida do aeroporto internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, está marcado para esta segunda-feira (30) às 15h, na B3. O lance mínimo é de R$ 932 milhões.
O processo envolve três proponentes: Aena Brasil, Zurich Airport e o consórcio RIOGaleão, formado por Vinci Airports e Changi, atual operadora do terminal. A operação integra a repactuação contratual conduzida pelo TCU.
O novo modelo da concessão prevê mudanças relevantes: a saída da Infraero da sociedade e a retirada da exigência de implantar uma segunda pista. A forma de pagamento passa a depender de 20% da receita bruta.
A expectativa é de que o valor final supere o mínimo, chegando a aproximadamente R$ 1,5 bilhão, conforme estimativas oficiais. O leilão busca redefinir o futuro do Galeão.
Proponentes e cenário da disputa
- Aena Brasil participa da licitação com planos de expansão e melhoria de serviços.
- Zurich Airport disputa o terminal com foco em eficiência operacional.
- RIOGaleão atua como atual concessionária, em consórcio com Vinci Airports e Changi.
O Galeão movimentou cerca de 18 milhões de passageiros no ano passado, correspondendo a aproximadamente 13% do fluxo aéreo nacional, destacando a importância estratégica da concessionária para o país.
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