- O POSB11 é um ETF da Galapagos Capital negociado na B3, que investe majoritariamente em títulos públicos, combinando exposição à Selic (LFTs) e à inflação (NTN‑B).
- O objetivo é oferecer liquidez, previsibilidade de retorno e proteção inflacionária, em uma única peça de investimento.
- O ETF soma dois indexadores conhecidos (Selic e IPCA) para navegar cenários de transição do ciclo de juros.
- Em favor do investidor, há tributação de 15% sobre ganho de capital apenas na venda, sem IOF e sem come-cotas; a taxa de administração é de 0,15% (isenta até novembro de 2026).
- A negociação ocorre em bolsa com liquidação em D+1, facilitando acesso e ajuste de carteira.
O Banco Central iniciou em 2026 um ciclo de flexibilização monetária após manter a Selic alta. Mantidas as projeções do Focus, os juros devem recuar ao longo do ano, chegando próximo de 12% ao ano. A inflação também fica em linha com a meta, em torno de 3,9%.
A mudança no cenário de juros altera a atratividade da renda fixa. Produtos atrelados ao CDI perdem espaço relativo para estratégias que combinam diferentes indexadores. Investidores passam a buscar liquidez, proteção inflacionária e eficiência tributária.
Nesse contexto, soluções que unem Selic e inflação ganham relevância. O ETF POSB11, da Galapagos Capital, investe majoritariamente em títulos públicos, com maior peso em LFTs e uma parcela em NTN-B, visando previsibilidade de retorno e acesso ágil aos recursos.
POSB11 em foco: como funciona
- O POSB11 é negociado na B3 e reúne ativos ligados à Selic e ao IPCA em um único instrumento.
- O objetivo é oferecer reserva de oportunidade com liquidez e potencial de retorno superior a opções de curto prazo.
- A alíquota de imposto sobre ganho de capital é de 15% na venda; IOF não incide e não há come-cotas.
- A taxa de administração é de 0,15% ao ano, com isenção até novembro de 2026.
- A operação ocorre com liquidação em D+1, facilitando o acesso aos recursos.
A gestão do ETF enfatiza eficiência tributária e simplificação operacional em comparação a fundos DI ou títulos públicos diretos. Segundo Bruno Stein, da Galapagos Capital, o produto reúne dois ativos conhecidos do investidor brasileiro: o pós-fixado e o IPCA+.
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