- Romeu Zema vai lançar um plano econômico de governo em quatro meses, apresentado em 16 de abril, em São Paulo, com cinco pilares.
- O programa prevê reformas trabalhista e da previdência, além da privatização de todas as estatais federais, incluindo Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.
- Um dos pilares é eliminar o Custo Brasil em quatro anos, com textos legais já em formatação para reduzir entraves.
- O segundo pilar prevê flexibilizar a CLT e criar um mecanismo que deposita R$ 1.000 na conta de cada brasileiro ao nascimento, com saque aos 18 anos.
- O conjunto também defende reduzir o tamanho do Estado, privatizar demais órgãos (como os Correios), reformar a previdência de forma automática, baixar juros e promover abertura comercial gradual.
O pré-candidato ao Planalto pelo Novo, Romeu Zema, apresentará um plano econômico de governo estruturado em cinco pilares. O foco inclui reformas trabalhista e previdenciária, além da privatização de todas as estatais federais, incluindo Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. O lançamento está marcado para 16 de abril, em São Paulo.
Segundo Carlos da Costa, coordenador econômico da campanha e ex-secretário especial de Paulo Guedes, os cinco pilares guiarão as ações. Ele afirmou que o objetivo é avançar ainda neste governo com mudanças profundas na economia.
Da Costa afirmou, em entrevista à CNN, que o custo Brasil está estimado em 1,7 trilhão de reais devido a entraves regulatórios. Segundo ele, textos legais para eliminar estes impasses já estão em formatação.
Os cinco pilares
O primeiro pilar é eliminar o custo Brasil em quatro anos, cortando gargalos regulatórios e simplificando normas. O segundo prevê flexibilizar regras trabalhistas, ampliando a negociação entre empregadores e trabalhadores.
O terceiro envolve reduzir o tamanho do Estado, com privatizações de empresas federais. Entre as entidades citadas estão Petrobras, Caixa, Banco do Brasil e os Correios. O quarto pilar busca baixar juros e reduzir inadimplência, por meio de coordenação entre políticas fiscal e monetária.
O quinto pilar propõe abrir a economia ao comércio externo, com redução gradual de tarifas de importação. A medida dialoga com a implementação de um marco regulatório mais estável para parcerias público-privadas e concessões.
Previdência, investimentos e mecanismos de apoio
Entre as medidas está uma nova reforma previdenciária, com regras automáticas de idade e alíquotas ajustadas conforme a expectativa de vida. Também está prevista a criação de um mecanismo que deposita 1000 reais na conta de cada brasileiro ao nascer, disponível aos 18 anos.
Ainda segundo a equipe de Zema, o pacote prevê investir na qualificação profissional e ampliar a segurança jurídica em setores-chave. O objetivo é modernizar marcos regulatórios para PPPs e concessões, fortalecendo o ambiente de negócios.
Comentários sobre implementação
A campanha sinaliza que o cronograma depende de sinalizações legais e da viabilidade política. O lançamento do plano ocorre em meio a pré-candidaturas e debates sobre reformas estruturais. A defesa é de que as medidas seriam implementadas gradualmente, com foco na competitividade brasileira.
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