- O token QRL, da rede Quantum Resistant Ledger, subiu 45% nesta terça-feira, para US$ 1,65.
- O movimento ocorreu após alerta do Google Research sobre a possibilidade de computadores quânticos precisarem de menos recursos para quebrar criptografia atual.
- Estudo conjunto da Caltech e da Oratomic indica que esse risco pode estar mais próximo do esperado pelo mercado.
- O QRL é projetado para resistir a ataques quânticos desde o início, usando o esquema de assinatura hash-based XMSS.
- O cenário levou investidores a buscar ativos com proteção pós-quântica, em meio ao debate sobre migração de redes como Bitcoin e Ethereum.
O QRL, criptomoeda da rede Quantum Resistant Ledger, subiu 45% nesta terça-feira, chegando a US$ 1,65. A alta acompanha um clima de alerta sobre a ameaça dos computadores quânticos, reacendido por novos relatos de que futuras máquinas poderiam exigir menos recursos para quebrar criptografia de blockchains.
O movimento ocorre após um alerta do Google Research, que aponta cenários em que a capacidade necessária para quebrar criptografia atual pode diminuir. Paralelamente, estudo conjunto da Caltech e da startup Oratomic sugere que esse risco pode estar mais próximo do que o mercado previa.
A reação reúne investidores que buscam ativos com proteção já embutida para a era pós-quântica. O QRL se apresenta como opção diferente, ao defender resistência a ataques quânticos desde a implementação, ao contrário de redes que dependem de criptografia tradicional.
O que é o Quantum Resistant Ledger
A Quantum Resistant Ledger existe desde 2018 e foca na segurança quântica no núcleo de sua arquitetura. O projeto afirma ser a primeira implementação industrial a usar XMSS, esquema de assinatura considerado resistente a ataques quânticos pelo NIST.
Além da proteção de transações, a rede oferece suporte a comunicação segura, integrações com hardware wallets e expansão tecnológica para outros ecossistemas. O objetivo é ser uma plataforma de blockchain protegida para a era pós-quântica, desde o início.
O token, porém, opera em um mercado com liquidez relativamente limitada. Dados de plataformas de monitoramento indicam volume menor comparado a grandes criptomoedas, o que tende a amplificar movimentos de alta ou baixa diante de notícias relevantes.
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