- Abril pode ser de transição, com foco em ativos com fundamentos sólidos e liquidez, mantendo Bitcoin, Ethereum e Solana como pilares.
- Hyperliquid (HYPE) se destaca por gerar receita independentemente da direção do mercado, com expansão para commodities e petróleo.
- Chiliz (CHZ) é aposta ligada ao setor esportivo, com utilidade em fan tokens e engajamento entre clubes e torcedores.
- Tron (TRX) aparece como aposta de infraestrutura, com ligação à World Liberty Financial (WLFI), expansão de IA e papel nas operações de stablecoins.
- Grupo WLFI e aliados aparecem como núcleo temático, com Chainlink (LINK) como infraestrutura de tokenização e interoperabilidade, Aster (ASTER) com Aster Chain e USD1, BNB e ouro tokenizado (XAUT, PAXG) citados como estratégias para abril.
Abril abre com o mercado de criptomoedas em cenário de incerteza, mas com sinais de resiliência. O Bitcoin opera dentro de uma faixa definida, sugerindo absorção de oferta diante de um ambiente macro desafiador. Vendedores permanecem em posição menos agressiva, o que pode indicar base para movimentos de alta.
Analistas destacam que o momento atual favorece ativos com fundamentos sólidos, liquidez e conectividade com narrativas institucionais. Tensões geopolíticas, como o conflito entre EUA, Israel e Irã, seguem no radar, influenciando inflação, juros e ativos de risco. O foco é escolha criteriosa de ativos.
A análise da Coinext aponta abril como mês de transição, com ênfase em ativos ligados a fluxos políticos, tokenização e infraestrutura. Nomes com visibilidade em DeFi, interoperabilidade e sistemas de camada podem ganhar relevância conforme a dinâmica de mercado se ajusta às narrativas institucionais.
Apostas para abril
Hyperliquid (HYPE) mantém posição entre as teses mais resilientes, com receita gerada independentemente da direção do mercado. A expansão recente para commodities, incluindo petróleo, amplia o alcance do protocolo em um ambiente volátil. Derivativos on-chain também devem sustentar o desempenho.
Chiliz (CHZ) aparece como aposta temática do setor esportivo, com utilidade no ecossistema de fan tokens. A expansão global da plataforma e a adoção por clubes podem sustentar o potencial de valorização, sujeito ao engajamento de torcedores.
Tron (TRX) surge ligada à infraestrutura e ao fluxo institucional. A rede tem relação com a WLFI, ligada à família Trump, e atua como base para a stablecoin USD1. O crescimento de transações e de iniciativas de IA aumenta a relevância do ecossistema.
Outras altcoins associadas ao grupo WLFI aparecem como apostas de abril, com foco em sinalização política e narrativa on-chain. Chainlink (LINK) é citada como peça central para tokenização e interoperabilidade, enquanto a Aster (ASTER) entra pela integração com a WLFI e o lançamento da Aster Chain.
BNB completa o conjunto ligado à WLFI, com integração do token à USD1 e papel central da exchange associada na distribuição. O ouro tokenizado, por meio de XAUT e PAXG, também é citado como proteção em cenários de maior incerteza.
Entre as apostas de infraestrutura e IA, destacam-se tokens como Bittensor (TAO) e Render (RNDR), com demanda por soluções descentralizadas de computação e IA. Esses ativos conectam tendências tecnológicas ao ecossistema cripto, segundo analistas.
Aave (AAVE) e Optimism (OP) aparecem como pilares de DeFi e escalabilidade, respectivamente. AAVE permanece como referência de rendimento em finanças descentralizadas, enquanto OP Stack avança como uma infraestrutura de segunda camada no Ethereum.
Bitcoin, Ethereum e Solana
Bitcoin continua como termômetro do mercado, com atuação dentro de uma faixa que pode indicar o próximo movimento relevante. Em cenários adversos, tende a recuar menos; em fases de alívio, pode liderar a recuperação.
Ethereum mantém papel central como infraestrutura do ecossistema, com alta sensibilidade a mudanças de sentimento. A expectativa é de valorização moderada, apoiada pela elevação de fluxos institucionais e pela tokenização de ativos.
Solana permanece entre os ativos monitorados, com rede estável e adoção institucional crescente. A rede é vista como opção para capturar fluxo no retorno do apetite por risco, mesmo sem grandes movimentos de preço recentes.
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