- A Huawei define o Brasil como mercado prioritário fora da China e trabalha para que o país seja o mais relevante fora da China em termos de receita e representatividade.
- O vice-presidente de Relações Públicas para a América Latina e o Caribe, Atilio Rulli, afirmou que o Brasil já é o mais importante das Américas para os negócios da empresa.
- Durante o Education & Women in Tech Forum em Brasília, a Huawei confirmou planos de expansão no Brasil, considerado hub de tecnologia para a América Latina.
- No Brasil, a atuação da Huawei abrange cinco segmentos: telecomunicações (B2B), setor corporativo, nuvem pública, digital power (energia solar) e varejo.
- O Ministério das Comunicações vê a China como parceira relevante, destacando a Huawei como opção para ampliar concorrência, diversidade de fornecedores e a qualidade do mercado brasileiro.
Huawei define Brasil como mercado prioritário fora da China, com planos de expansão acentuada nos próximos anos. A afirmação vem de Atilio Rulli, vice-presidente de Relações Públicas para a América Latina e o Caribe, ao mencionar o Brasil como hub de tecnologia na região.
Segundo o executivo, o Brasil já é o mais relevante das Américas para os negócios da Huawei, e a meta é aumentar receita e representatividade no país. A Huawei vê o Brasil como polo de inovação e pesquisa em tecnologias de data center.
Além de ampliar presença, a Huawei investe em qualificação de profissionais de tecnologia no Brasil. Em Brasília, ocorreu o Education & Women in Tech Forum, com participação de executivos do setor e representantes do governo.
A Huawei atua no Brasil em cinco segmentos: telecomunicações B2B, setor corporativo voltado ao mercado financeiro e público, nuvem pública, energia solar fotovoltaica (digital power) e varejo. A presença é descrita como estratégica para a região.
China-Brasil
Hermano Tercius, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, reforçou a relevância do relacionamento com a China. Ele diz que a parceria amplia opções e qualidade do mercado brasileiro, especialmente com fabricantes como a Huawei.
Tercius aponta que maior diversidade de fornecedores facilita o desenvolvimento do setor de telecomunicações no Brasil e contribui para elevar padrões e competitividade. A visão é de manter relações estáveis com a China para avançar projetos locais.
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