- Ibovespa subiu 1,74%, aos 185.698 pontos, no último pregão de março, em meio a expectativa de fim do conflito com o Irã.
- Dólar comercial caiu 0,46%, cotado a R$ 5,24 aos 11h.
- Brent avançou 5,01%, a US$ 118,48 por barril, com a tensão no Oriente Médio influenciando os preços.
- Wall Street Journal informou que Donald Trump sinalizou estar disposto a encerrar a campanha militar no Oriente Médio, mantendo pressão diplomática sobre Teerã.
- Índices norte-americanos fecharam em alta: Dow Jones (+1,31%), S&P 500 (+1,52%) e Nasdaq (+1,91%).
O Ibovespa encerra o pregão com ganho expressivo, em meio a sinais de aproximação de um fim do conflito no Oriente Médio. O índice subiu 1,74%, aos 185.698 pontos, às 11h de terça-feira. O cenário externo impulsionou as operações no Brasil.
O dólar comercial recuou 0,46%, cotado a 5,24 reais. O movimento acompanha o tom de alívio nos mercados globais diante de perspectivas de queda da tensão entre Estados Unidos, Israel e Irã.
O otimismo ganhou força após o Wall Street Journal indicar que o presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizou avaliar o encerramento da campanha militar no Oriente Médio, mesmo com o estreito de Hormuz fechado, relevante para o petróleo.
Petróleo Brent subiu 5,01%, negociado a 118,48 dólares o barril às 11h. O preço refletiu a instabilidade regional e interrupções na circulação de petróleo via rota estratégica.
Ainda segundo a reportagem, Trump orientou assessores a reduzir a capacidade naval iraniana e ampliar a pressão diplomática para restabelecer o fluxo comercial, reforçando o foco em contenção militar.
Persistem riscos no estreito: um ataque com drone, atribuído ao Irã, atingiu um petroleiro kuwaitiano próximo de Dubai, evidenciando vulnerabilidade na região e efeito sobre os preços.
No exterior, as principais bolsas mostram resultados positivos: Dow Jones avança 1,31%, S&P 500 sobe 1,52% e Nasdaq registra alta de 1,91%, conforme sinalizações de mercado via Bloomberg News.
Especialistas ouvidos pela agência destacam que a leitura de curto prazo aponta recuperação moderada, sem sinal claro de capitulação, com investidores fazendo apostas cautelosas diante de incertezas.
A cobertura funciona como referência para o comportamento do câmbio, da bolsa brasileira e do petróleo, enquanto o cenário geopolítico permanece sob avaliação de gestores e operadores.
Com informações da Bloomberg News.
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