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Alckmin afirma que dois estados não devem aderir à subvenção do diesel importado

Dois estados não aderem à subvenção ao diesel importado; custo ficará entre União e estados, enquanto outros dois ou três ainda avaliam a medida

Close-up da mão de uma mulher segurando a bomba de diesel enquanto abastece um carro em um posto de gasolina.
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  • Apenas dois estados dos 27 indicaram que não vão aderir à subvenção a importadores de diesel, com o custo dividido entre a União e os estados.
  • Outros dois ou três estados ainda estão avaliando a proposta; o restante está a favor, segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin.
  • Alckmin não informou quais estados não aderiram nem quais avaliam.
  • Lula está em “últimas conversas” para definir quem será o substituto de Alckmin no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
  • Para concorrer à reeleição, Alckmin precisaria deixar o MDIC até 4 de abril, mas pode permanecer como vice-presidente se mantiver a chapa.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, informou que apenas 2 de 27 estados sinalizaram que não aderirão à subvenção aos importadores de diesel, cuja custo ficará dividido entre a União e as unidades federativas. A declaração ocorreu nesta quinta-feira (02), durante conversa com jornalistas antes de deixar o cargo.

Alckmin afirmou ainda que outros “dois ou três” estados analisam a proposta, enquanto a maioria já manifestou apoio. Não foram indicados quais estados mantêm posição contrária ou de avaliação.

MDIC e substituição de ministro

O vice-presidente comentou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está nas últimas conversas para definir quem será o substituto de Alckmin no MDIC.

Lula já informou que Alckmin será o candidato a vice em sua chapa à reeleição em outubro. Para concorrer, o ex-governador precisa deixar o cargo até 4 de abril, mas pode permanecer na vice-presidência.

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