- Cemig atua para dobrar o número de clientes atendidos na região Norte e Nordeste e ampliar o volume comercializado no mercado livre de energia.
- No Ambiente de Contratação Livre, cerca de 43% da eletricidade consumida no Brasil é negociada com regras flexíveis, movimentando R$ 283 bilhões em 2025.
- Desde 2017, o volume comercializado pela Cemig no Norte e no Nordeste cresceu 204%, fortalecendo sua liderança nessas regiões.
- Vantagens para quem negocia diretamente com o fornecedor incluem redução de custos estimada em 35%, escolha de fontes renováveis com certificado e maior previsibilidade orçamentária.
- A abertura total do mercado livre, prevista pela lei de novembro de 2025, deve ampliar o acesso para baixa tensão até 2027 a 2028, mantendo hoje a participação de clientes de alta e média tensão.
A Cemig intensifica a atuação no mercado livre de energia para consolidar liderança no país. A empresa mira dobrar o número de clientes atendidos no Norte e Nordeste e ampliar o volume comercializado nessas regiões, ampliando sua participação no ACL, regime de negociação flexível.
A iniciativa se apresenta como parte da estratégia de atendimento a clientes industriais e comerciais, que buscam contratos personalizados com geradores ou comercializadores autorizados. A Cemig busca oferecer soluções competitivas e fontes renováveis.
Movimento de expansão
O ACL registra crescimento acelerado no Brasil, com 43% da eletricidade negociada sob regras flexíveis e movimentando R$ 283 bilhões em 2025. Nordeste teve mais de 3.500 migrações e o Norte, cerca de 1.300, no ano anterior, segundo a CCEE.
Desde 2017, o volume da Cemig no Norte e Nordeste aumentou 204%, fortalecendo capilaridade e liderança. A empresa ressalta que a expansão combina competitividade, energia 100% renovável e inovação digital.
Atrativos do mercado
A migração para o ACL permite contratos personalizados e redução de custos. A Cemig aponta projeção de queda de até 35% na conta de luz, além da possibilidade de optar por fontes renováveis certificadas. A previsibilidade orçamentária também é destacada no ambiente livre.
A empresa afirma que a finalidade é oferecer previsibilidade de custos, favorecendo o crescimento sustentável de clientes em todo o país. O processo de migração vem ficando cada vez mais simples, com operações online desde o cadastro até a contratação.
Perspectivas futuras
O mercado livre tende a ampliar o alcance no Brasil, respaldado pela lei de novembro de 2025 que abriu o caminho para a abertura total. Hoje, apenas consumos de alta e média tensão podem atuar no ACL.
A expectativa é liberar o acesso a usuários de baixa tensão de classes industrial e comercial até novembro de 2027, e para consumidores rurais e residenciais somente em 2028.
Entre na conversa da comunidade