- O dólar fechou em R$ 5,157, com queda de 0,43%, mas chegou a R$ 5,14 no início da tarde; a semana cai 1,42% e o ano, 6,06%.
- As atenções estavam no possível acordo entre EUA e Irã para encerrar o conflito, após Trump sugerir fim da guerra em breve; o Irã negou ter pedido cessar-fogo.
- O dólar no exterior recuou, com o índice DXY em baixa, ajudando emergentes como o real.
- O Ibovespa fechou aos 187.953 pontos, alta de 0,26%, impulsionado por setor financeiro e ações sensíveis à atividade doméstica e a juros.
- O petróleo caiu pelo segundo dia, com WTI a US$ 100,12 o barril e Brent a US$ 101,16, com traders esperançosos de menor interrupção de oferta e de desfechos diplomáticos.
O dólar voltou a níveis anteriores à escalada no Oriente Médio, com o dólar comercial fechando em R$ 5,157, queda de 0,43%. Pelo menos parte do dia foi próximo de R$ 5,17, antes de recuar à tarde.
A bolsa brasileira fechou em leve alta, com o Ibovespa em 187.953 pontos, alta de 0,26%. O avanço veio principalmente de ações do setor financeiro e de papéis sensíveis à atividade doméstica e aos juros.
Declarações de Donald Trump alimentaram o humor dos mercados, sugerindo fim rápido da guerra com o Irã, com a possibilidade de ataques pontuais. O Irã, porém, negou ter feito pedido formal de cessar-fogo.
No exterior, o dólar caiu frente a várias moedas, com o índice DXY recuando no fim da tarde, ajudando emergentes como real, peso chileno e peso mexicano.
Dólar e ações
O recuo do dólar manteve pressão sobre ativos considerados de maior risco, incluindo ações brasileiras, em um contexto de apetite por risco global.
Panorama internacional
As certezas sobre uma solução diplomática soaram como alívio para investidores, diminuindo temores de interrupção de oferta de petróleo e de fluxos financeiros.
Petróleo iniciou o segundo dia seguido de queda, ante a percepção de avanços diplomáticos. O contrato WTI para maio caiu 1,24%, a US$ 100,12 por barril, enquanto o Brent para junho recuou 2,70%, a US$ 101,16.
Ainda assim, o mercado observava de perto a evolução das negociações e a possível normalização das rotas de transporte no Oriente Médio, que influenciam o preço da commodity.
Dados de estoques nos EUA ajudaram a conter perdas, mas qualquer sinal novo sobre o conflito pode trazer volatilidade aos preços.
Com informações da Reuters
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