- O mercado imobiliário brasileiro fechou 2025 como um dos melhores da história recente, impulsionado por mais vendas e lançamentos, mesmo com juros elevados.
- Dados da Abrainc indicam que, no primeiro semestre de 2025, os lançamentos cresceram cerca de 32% e as vendas, aproximadamente 7% frente a 2024; ao longo do ano foram comercializadas mais de 426 mil unidades.
- O presidente da Abrainc, Luiz França, destaca o programa Minha Casa, Minha Vida como pilar do setor, pois o financiamento desse segmento é via FGTS e pouco atrelado à Selic.
- No público de classe média, a taxa de juros ainda influencia, mas o financiamento continua atrativo por prazos de até 30 anos e possibilidade de portabilidade para renegociação.
- A pesquisadora Júlia Botelho, CEO da Matchpoint, aponta mudanças: escritórios passaram a ser vistos como extensão da casa, com foco em qualidade de vida, e compradores valorizam imóveis com áreas de lazer, convivência e condomínios.
O mercado imobiliário brasileiro encerrou 2025 entre os melhores períodos de sua história recente, com valorização, maior número de lançamentos e demanda aquecida pela compra de imóveis, mesmo com juros elevados. O tema é pauta do Estúdio News, neste sábado, às 22h15, na RECORD.
Dados da Abrainc indicam que, no primeiro semestre de 2025, os lançamentos cresceram cerca de 32% e as vendas tiveram alta de aproximadamente 7% frente ao mesmo período de 2024. Ao longo do ano, foram comercializadas mais de 426 mil unidades no país. Divulgação/Record News
Mesmo com a taxa Selic em patamares altos, o setor mostrou resiliência, segundo o presidente da Abrainc. O financiamento habitacional via FGTS, especialmente no programa Minha Casa, Minha Vida, reduz o impacto da taxa para o comprador do segmento residencial. Divulgação/Record News
Ainda conforme análise de especialistas, o acesso a financiamentos com prazos de até 30 anos e a possibilidade de portabilidade fortalecem a atratividade do crédito imobiliário frente outras modalidades. Divulgado pela emissora, o tema é explorado pelo Estúdio News.
No cenário da classe média, a alta do custo de crédito ainda influencia a decisão de compra. Além disso, a pandemia deixou marcas estruturais no mercado de escritórios e no residencial, acelerando mudanças de uso e requisitos de infraestrutura. Divulgação/Record News
Para a CEO da Matchpoint, Júlia Botelho, o escritório passou a ser visto como extensão da casa, com foco em qualidade de vida, mobilidade e convivência. Regiões bem conectadas a transporte público têm mostrado absorção de novas áreas. Divulgação/Record News
No varejo residencial, houve maior busca por imóveis com áreas de lazer, academias e espaços de convivência, inclusive em condomínios fechados. O movimento reflete a valorização do bem-estar e da qualidade de vida na decisão de compra. Divulgação/Record News
O Estúdio News vai ao ar aos sábados, às 22h15. A RECORD NEWS pode ser acessada pelos canais de TV fechada e pela rede aberta, com ampla cobertura no Brasil. Divulgação/Record News
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