- O presidente Lula pediu ao Banco Central e ao Ministério da Fazenda informações sobre o endividamento dos brasileiros para embasar uma nova versão do programa Desenrola Brasil, com objetivo de conter a inadimplência e reduzir a pressão sobre o consumo.
- A ideia é um “Desenrola recauchutado” que permita aos consumidores quitar dívidas de forma unificada, com juros menores e prazos de pagamento mais longos.
- O desenho está em discussão entre o governo e instituições financeiras, com a possibilidade de criar faixas de renegociação ajustadas ao perfil de renda de cada pessoa.
- Lula participou de reuniões com representantes da Federação Brasileira de Bancos, Associação Brasileira de Bancos, Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, Zetta (fintechs) e Acrefi (instituições de crédito).
- O governo também monitora fatores que podem aumentar a inadimplência, como o crescimento de plataformas de apostas online, além da pressão inflacionária decorrente da guerra no Oriente Médio.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao Banco Central e ao Ministério da Fazenda informações sobre o endividamento dos brasileiros para embasar uma nova versão do programa Desenrola Brasil. A proposta visa conter o avanço da dívida das famílias e reduzir a pressão sobre o consumo.
A ideia é criar condições mais vantajosas para quitar dívidas de forma unificada, com juros menores e prazos mais longos. O foco é segmentar renegociação por perfil de renda, facilitando a recuperação de quem está inadimplente.
Integram as tratativas o governo federal e instituições financeiras. Entre os participantes, estão a Febraban, ABBC, Abecs, Zetta e Acrefi, que se reuniram com Lula na última segunda-feira para discutir a versão revisada do programa.
Participantes e objetivo
Lula tem acompanhado a discussão de perto, com reuniões no Planalto para alinhar medidas de redução de custos e de inadimplência. O objetivo é ampliar o alcance do Desenrola, mantendo controle macroeconômico e o poder de compra.
Contexto financeiro e riscos
Auxiliares apontam preocupação com fatores que podem impulsionar a inadimplência, incluindo o crescimento de plataformas de jogos de azar online. O presidente também monitora a inflação associada à guerra no Oriente Médio, que pode pressionar preços e consumo.
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