- A Petrobras anunciou reajuste médio de 55% no preço do querosene de aviação.
- O movimento acompanha a alta do petróleo no mercado internacional, causada pela guerra no Oriente Médio.
- O reajuste desta vez varia entre 53% e 56%.
- Distribuidoras poderão pagar imediato menor de 18%, com parte da diferença parcelada.
- Segundo a Anac, o combustível representa cerca de 30% dos custos das companhias aéreas.
A Petrobras anunciou um reajuste no preço do querosene de aviação. O aumento médio será de 55%, segundo a estatal. A medida ocorre em um cenário de alta do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio. O ajuste é aplicado mensalmente pela empresa.
O reajuste varia entre 53% e 56%. A Petrobras informou que adotará um mecanismo para atenuar o impacto nas companhias aéreas, buscando equilibrar fatura de operações e custos. A pasta técnica citou avaliação de mercado e custos de importação como fatores determinantes.
O preço é definido pela Petrobras todo mês, e o reajuste anterior, em março, ficou em 9% em média. A mudança atual foi anunciada após análise de preços internacionais e condições de oferta de combustível.
Mecanismo de amortecimento para distribuidoras
Distribuidoras poderão pagar imediatamente um aumento menor, de 18%, com parte da diferença sendo parcelada. A medida visa reduzir impactos financeiros de curto prazo para o setor aéreo, segundo a Petrobras.
Segundo a Anac, o querosene de aviação representa cerca de 30% dos custos das companhias aéreas, o que torna o reajuste relevante para a margem de operação das empresas. A companhia aérea citada não foi mencionada neste anúncio.
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