- O novo ministro da Fazenda, Durigan, propõe acabar com a declaração anual do Imposto de Renda e usar tecnologia para integrar todas as informações do contribuinte.
- A ideia envolve incluir dados de planos de saúde, empresas e bancos, de modo que o contribuinte apenas revise e valide os dados.
- O objetivo é simplificar a entrega da declaração e reduzir burocracia, conforme o ministro.
- A Receita Federal já disponibiliza a pré-preenchida, que reúne rendimentos, bens, investimentos e deduções, mas a checagem pelos usuários continua necessária.
- O prazo da declaração de imposto de renda em 2026 começa no dia 23 de março e vai até 29 de maio; quem teve rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 no ano passado precisa entregar. A pré-preenchida ficará disponível desde o início do prazo.
O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, propôs acabar com a declaração anual do Imposto de Renda e adotar uma tecnologia que integre todas as informações do contribuinte, como dados de planos de saúde, empresas e bancos. A ideia busca reduzir burocracia no preenchimento.
Durigan afirmou que a integração de dados já disponíveis em bases oficiais e privadas permitiria ao contribuinte apenas revisar e validar as informações. O objetivo é simplificar o envio da declaração e tornar o processo mais ágil.
A proposta surge em meio a atualizações do sistema, com foco na pré-preenchida. Embora o Fisco já disponibilize parte dos dados, a contagem de que a checagem pelo contribuinte continua essencial foi reforçada pela Receita Federal em coletiva.
Prazo e pré-preenchida
O prazo de entrega do IRPF 2026 começou no dia 23 e vai até 29 de maio. Residentes que receberam rendimentos tributáveis acima de 35.584 reais no ano passado devem declarar.
A declaração pré-preenchida ficará disponível no início do período. Além de facilitar o acesso a informações básicas, esse formato reduz erros e facilita a restituição, segundo o Fisco.
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