- Brasil precisa investir até R$ 900 bilhões em saneamento básico até 2033 para universalizar água e esgoto, conforme o Ministério do Desenvolvimento Regional.
- Isso equivaleria a cerca de R$ 100 bilhões por ano, mas o setor vem investindo aproximadamente R$ 20 bilhões anuais, ainda insuficiente.
- O Marco Legal do Saneamento, aprovado em 2020, prevê universalização até 2033 e maior concorrência e eficiência nos serviços.
- O presidente do Instituto Trata Brasil, Bruno Carvalho, afirmou que é necessário mudar o paradigma, com mais capacidade de execução dos governos e maior participação do setor privado.
- Se os investimentos avançarem conforme o planejamento, o país deve ampliar o acesso à água potável e ao tratamento de esgoto, beneficiando a qualidade de vida e o meio ambiente.
O Brasil precisa investir até 900 bilhões de reais em saneamento básico até 2033 para universalizar o serviço de água e esgoto, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Regional. O objetivo é reduzir desigualdades e melhorar a qualidade de vida.
Especialistas e entidades do setor afirmam que o ritmo atual de investimentos é insuficiente. A média prevista é de cerca de 100 bilhões por ano, frente aos cerca de 20 bilhões que vêm sendo aplicados hoje.
O Marco Legal do Saneamento, aprovado em 2020, estabelece a universalização até 2033 e maior competição entre operadores. No entanto, especialistas ressaltam que a execução rápida dos projetos é essencial para cumprir a meta.
Bruno Carvalho, presidente do Instituto Trata Brasil, aponta a necessidade de mudança de paradigma: maior capacidade de execução de governos estaduais e municipais e maior participação do setor privado. A participação privada é citada como componente-chave para acelerar o ritmo.
A previsão é que, com os investimentos realizados conforme o planejado, haja aumento no acesso à água potável e ao tratamento de esgoto, beneficiando a população e contribuindo para a preservação ambiental.
A meta de universalizar o saneamento até 2033 é ambiciosa, mas, segundo especialistas, factível com esforço conjunto entre setor público e privado e gestão eficiente de recursos.
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