Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Especialista indica mercado interno como maior preocupação de Trump

Especialista aponta que Trump prioriza o mercado interno e a guerra comercial com a China, com impactos no petróleo e pressões iranianas

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Especialista em Direito Internacional, Priscila Caneparo, afirma que a maior preocupação de Trump é o mercado interno e a guerra comercial com a China.
  • Declarações de Trump sobre o Oriente Médio contribuíram para queda ou alta nos preços do petróleo, segundo a análise.
  • Caneparo diz que Trump não se sente vinculado às normas internacionais e vê os EUA como epicentro econômico; pressão externa só funcionaria se a China pressionar os EUA economicamente.
  • A especialista aponta que a Europa não deve influenciar decisões, mas destaca a possibilidade de o Irã explorar cobrança de pedágios no Estreito de Ormuz como forma de recuperar infraestrutura destruída.
  • Caso o Irã imponha cobranças, poderia haver impacto adicional na recuperação econômica global no pós-guerra, mesmo com o foco de Trump nas questões domésticas e na disputa comercial com a China.

Priscila Caneparo, especialista em Direito Internacional, analisou as declarações de Donald Trump sobre a guerra no Oriente Médio e o efeito no preço do petróleo. Em entrevista ao CNN 360° na quinta-feira (2), ela destacou o foco de Trump na economia interna.

A pesquisadora afirma que o presidente não se sente compelido por normas internacionais e vê os EUA como centro econômico global. Segundo Caneparo, mudanças nesse posicionamento ocorreriam apenas se a China pressionasse mais, afetando interesses econômicos americanos.

Para Caneparo, a prioridade de Trump é a economia interna e a relação com a China. Ela comenta que a Europa não deve influenciar as decisões do governo dos EUA, mas aponta um possível efeito indireto sobre o Irã.

A especialista explica que, se os EUA pressionarem pela estabilização da produção e do petróleo, o Irã pode abrir a prática de cobrar pedágios no Estreito de Ormuz para navios que passam pela rota. Tal medida poderia impactar a recuperação econômica global no pós-guerra.

Caneparo cita que o Irã enxergou oportunidade de cobrança de pedágios e pode justificar a medida pela necessidade de reconstrução de infraestrutura destruída. A influência dessas ações sobre a economia mundial dependeria da resposta de mercados e parceiros.

A entrevistada ressalta que, apesar das preocupações globais com a economia, Trump não deve ceder à pressão externa e manter o foco nas disputas comerciais com a China e no mercado interno.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais