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Grandes distribuidoras de diesel recusam participação em programa de subvenção do governo

Grandes distribuidoras não aderem ao programa de subvenção do diesel e vendem combustível importado a preço internacional, o que pode elevar o preço ao consumidor

Preço do diesel é pressionado pela crise global do petróleo
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  • Vibra, Ipiranga e Raízen não aderiram ao programa de subvenção do diesel e passaram a vender o combustível ao preço internacional.
  • O programa, anunciado pelo governo em março, prevê subsídio por litro para distribuidoras participantes para reduzir o preço ao consumidor e conter a inflação.
  • As empresas alegam que o programa não é sustentável a longo prazo e pode gerar distorções no mercado, mantendo o diesel importado como referência de preço.
  • Com a venda ao preço internacional, o preço ao consumidor no mercado interno pode subir, conforme avaliações do setor.
  • O governo acompanha a situação e busca alternativas para assegurar o abastecimento e o equilíbrio do mercado.

Vibra, Ipiranga e Raízen decidiram não aderir ao programa de subvenção do diesel criado pelo governo federal. Em vez disso, venderão o combustível importado ao preço internacional. A decisão foi anunciada em 2 de abril de 2026 no Brasil, com foco na autonomia de mercado e na estratégia de negócios.

Segundo as distribuidoras, participar do programa criaria distorções no mercado e prejudicaria a competitividade. O diesel importado, vendido ao preço de referência internacional, oferece maior margem de lucro e reflete a realidade do mercado global.

As empresas argumentam ainda que o subsídio não seria sustentável a longo prazo. Admitiram que manter o preço internacional do diesel importado pode favorecer a previsibilidade de custos, mas destacam que a medida não evita oscilações no mercado.

Impacto no mercado interno

O governo federal lançou o programa em março com o objetivo de reduzir preços ao consumidor e conter a inflação. O subsídio seria pago por litro aos distribuidores participantes, mediante critérios de preço e volume.

Com a recusa das três maiores tradings, o cenário aponta para potencial elevação de preços no varejo. A atuação governamental busca evitar desabastecimento e manter o abastecimento estável em todo o país.

A indústria de distribuição de combustíveis segue em movimento, avaliando estratégias diante do novo ambiente regulatório e da volatilidade internacional. O objetivo é equilibrar o mercado e proteger o consumidor.

Fonte: Folhapress

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