- O Ibovespa fechou quase estável, em alta de 0,05%, aos 188.052,02 pontos; a mínima foi 185.213,54 pontos e a máxima, 189.250,57 pontos. Na semana, avanço de 3,58%.
- O desempenho de petrolíferas, principalmente Petrobras, ajudou a conter a pressão negativa provocada por ações no Oriente Médio.
- Movimentos sobre a abertura do Estreito de Ormuz e declarações de Donald Trump sobre intensificar ações contra o Irã influenciaram os mercados.
- Os preços do petróleo dispararam: Brent fechou em US$ 109,03 por barril (alta de 7,78%) e WTI em US$ 111,54 por barril (alta de 11,41%).
- O dólar à vista ficou praticamente estável, a R$ 5,1599, com variação de 0,02%, após primeiras oscilações e expectativas sobre a reabertura do Ormuz.
O Ibovespa fechou praticamente estável nesta quinta-feira (02), com o desempenho das petrolíferas compensando a pressão visando o Oriente Médio. A divulgação sobre o Estreito de Ormuz também influenciou o humor dos negócios.
Petrobras levou o índice a uma recuperação parcial após uma sessão de perdas, com o foco no setor de petróleo diante de preocupações com menor disponibilidade global. O mercado acompanhou as repercussões de tensões no Golfo e de declarações sobre ações militares.
Ao longo do dia, o índice encerrou em alta de 0,05%, aos 188.052,02 pontos, após tocar mínima de 185.213,54 e atingir 189.250,57 no topo. Na semana, houve ganho de 3,58%.
O volume financeiro somou R$ 24,64 bilhões, abaixo da média anual de R$ 35,58 bilhões, com o feriado de sexta-feira influenciando a circulação de negócios e aportes.
Movimentação internacional e câmbio
O preço do petróleo reagiu com alta expressiva, refletindo riscos de interrupção no fornecimento. Brent fechou em US$ 109,03 por barril, alta de 7,78%. WTI, nos EUA, subiu 11,41%, para US$ 111,54 por barril.
O dólar à vista encerrou estável, em R$ 5,1599, com variação de 0,02%. Na semana, a moeda recuou 1,51% e, no ano, caiu 6,00%. O dia ficou marcado por movimentações relacionadas ao Estreito de Ormuz e ao fluxo de exportadores.
Notas oficiais indicaram que o Irã negocia protocolo com Omã para monitorar o tráfego no estreito. O Reino Unido informou que cerca de 40 países discutem uma ação para reabrir a passagem.
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