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Juros do rotativo do cartão sobem e superam 435% ao ano

Juros do rotativo do cartão voltam a subir, acima de 435% ao ano, aumentando o peso das dívidas e a dificuldade de quitação; especialistas indicam opções com juros menores

Juros do rotativo do cartão de crédito voltaram a subir e já ultrapassam os 435% ao ano
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  • Juros do rotativo do cartão de crédito voltaram a subir, ultrapassando 435% ao ano em fevereiro.
  • A taxa média anual subiu de 424% em janeiro para mais de 435% em fevereiro, signalizando maior dificuldade de pagamento.
  • Em uma simulação, uma dívida de R$ 2 mil em 12 meses pode sair de R$ 10.490 para R$ 10.718 com a nova taxa.
  • O Banco Central aponta que a inadimplência passou de 63% em fevereiro, o que eleva o risco e, consequentemente, os juros.
  • Para quem já está no rotativo, especialistas sugerem buscar opções com juros menores, como empréstimo pessoal ou consignado, e fazer planejamento financeiro antes de novas parcelas.

O rotativo do cartão de crédito voltou a subir e já passa de 435% ao ano. A alta ocorre quando o consumidor não paga o valor total da fatura e deixa o saldo para o mês seguinte. A notícia é do setor financeiro, com base em dados oficiais.

Segundo o Banco Central, a taxa média anual subiu de 424% em janeiro para mais de 435% em fevereiro. A variação representa um aumento superior a 11 pontos percentuais. O BC aponta relação com a inadimplência elevada.

A instituição destaca que o risco de não pagamento está alto, com cerca de 6 em cada 10 pessoas sem condições de quitar a dívida. Por isso, a taxa de juros segue em alta para o crédito rotativo.

Quem já usa o rotativo pode buscar alternativas com juros menores, como empréstimo pessoal ou consignado. Especialistas recomendam planejamento financeiro antes de assumir novas parcelas.

Impacto para consumidores

A elevação dificulta o pagamento de dívidas existentes. A combinação de inadimplência alta e juros elevados aumenta o efeito “bola de neve” para quem depende do rotativo.

Dicas e caminhos

A orientação é priorizar pagamento integral sempre que possível. Caso não seja viável, avaliar opções com menor custo total e comparar condições oferecidas por diferentes instituições. Planejamento financeiro é essencial.

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