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Pobreza na Argentina cai para 28,2%, menor nível desde Milei

Pobreza em áreas urbanas da Argentina cai para 28,2%, menor nível em sete anos, com recuo de 3,4 pontos percentuais frente ao 1º semestre de 2025

Pesquisa do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos não inclui os argentinos que vivem nas áreas rurais
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  • 28,2% da população das áreas urbanas da Argentina vivem em pobreza, equivalentes a 8,5 milhões, segundo o Indec, em levantamento divulgado em 31 de março de 2026.
  • houve queda de 3,4 pontos percentuais em relação ao primeiro semestre de 2025, com cerca de 6 milhões saindo da pobreza no segundo semestre de 2025.
  • o índice é o menor desde o primeiro semestre de 2018, quando 23,7% eram pobres ou indigentes.
  • a pesquisa contempla as 31 principais regiões metropolitanas e não inclui áreas rurais do país.
  • 1,9 milhão de pessoas vivem em indigência (6,3% da população avaliada), queda de 0,6 ponto percentual em relação ao primeiro semestre de 2025; governo atribui a redução a políticas econômicas e Milei afirmou que a pobreza continua diminuindo.

O Instituto Nacional de Estatísticas e Censos da Argentina (Indec) divulgou que 28,2% da população das áreas urbanas vive em situação de pobreza. O total corresponde a 8,5 milhões de pessoas nesses municípios.

A taxa é a menor desde o primeiro semestre de 2018, quando 23,7% estavam em pobreza ou indigência. O levantamento utiliza as 31 principais regiões metropolitanas do país e não abrange áreas rurais.

Em comparação com o primeiro semestre de 2025, houve queda de 3,4 pontos percentuais. No segundo semestre de 2025, aproximadamente 6 milhões de pessoas deixaram a pobreza. Em 1H2025, 31,6% da população urbana estava abaixo da linha de pobreza.

Ao longo de dois anos, o recuo chega a 11,9 pontos percentuais, partindo de 40,1% em 1H2023. Milei assumiu a presidency em 10 de dezembro de 2023, momento que marca o início do recorte temporal considerado.

Indigência: 1,9 milhão de pessoas, ou 6,3% da população avaliada. Em 1H2025, eram 2,1 milhões (6,9%). A indigência é definida pelo fator renda insuficiente para arcar com uma cesta básica mínima de alimentação.

Contexto institucional

O Ministério do Capital Humano informou que a queda da pobreza resulta de políticas econômicas voltadas à redução da inflação e à estabilização macroeconômica, entre outras ações governamentais.

Pelo canal de comunicação oficial, Milei destacou a diminuição da pobreza, sem apresentar observações adicionais. O conteúdo divulgado é parte da linha de comunicação do governo sobre resultados econômicos recentes.

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